RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS. Quadro a óleo pintado sobre madeira.

     
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SCHNEIDER ET CIE. USINES DU CREUSOT. CONSTRUCTIONS METALLIQUES.

Imprimerie Typographique et Litographique de A. Temporal, au Creusot. 1880.

Livro oblongo de 46x31,5 cm. Com 77 folios impressos apenas pela frente contendo folha de rosto, nomenclatura das gravuras, folha de titulo da primeira parte, 52 gravuras numeradas Pl. Nº 1 a 52, folha de titulo da segunda parte e 21 gravuras numeradas Pl. Nº 1 a 21.

Encadernação do editor cartonada com lombada e cantos em pele com titulo impresso na pasta anterior.

Exemplar apresenta leves marcas a tinta na pasta anterior.

A obra apresenta os planos e cortes transversais de uma série de estruturas metálicas construídas pela Schneider et Cie. entre 1859 e 1880, muitas das quais relacionadas com caminhos de ferro. Está dividida em duas partes. A primeira, com 52 gravuras, referente a pontes metálicas, trabalhos efectuados em França, Espanha (Ponte sobre o Tejo em Aranjuez, Ponte sobre o rio "El Cinca" na provincia de Huesca, Ponte sobre o rio Cadagua perto de Bilbao), Cochinchina, hoje Vietname (Pont sur l'Arroyo de l'Avalanche em Saigão), Rússia (Ponte sobre o Sosna, linha de Yeletz a Orel, Ponte sobre o Volga), Brasil (Ponte rolante do Rio de Janeiro), Argélia (Ponte sobre o Oued Riou, Ponte sobre a "Chiffa", Ponte sobre o Oued Fodda, todas da linha de Argel a Oran), Áustria (Pontes sobre o Danúbio em Stadlau (ponte principal e ponte das inundações) , ponte sobre o Danúbio em Linz, ponte sobre o Danubio em Viena, ponte e passadeira sobre o Inn em Innsbruck), Suiça (Ponte sobre o Reno, perto de Bále) e Portugal (Viaduto sobre o Tejo em Santarém).

A segunda parte, com 21 gravuras, referente a outro tipo de construções metálicas, nomeadamente, gares, hangares, mercados, barragens, etc, trabalhos efectuados em França, Itália (Estação de Civitta-Vecchia em Roma), Espanha (Estação de Alicante, Estação de Múrcia), Perú (Barragem e válvulas em Lima), Rússia (Barragem do Rio Moscovo), Sérvia (Válvulas para a entrada do tunel de Belgrado) e Cochinchina (doca flutuante de Saigão).

Schneider et Cie ou Schneider-Creusot foi uma empresa metalúrgica e siderúrgica francesa, que se tornou um dos mais importantes arsenais europeus durante a segunda metade do século XIX.

Em 1836, os irmãos Adolphe e Eugène Schneider compraram minas de minério de ferro e fundições ao redor da cidade francesa de Le Creusot. Criaram e desenvolveram uma empresa especializada na produção de armas de artilharia, bem como produtos na área de ferrovias e construção naval.

Durante as décadas de 1860 e 1870, houve um progresso significativo na produção de ferro e aço. As inovações da Schneider no campo da metalurgia e produção de aço, juntamente com o apoio do governo francês, ajudaram a empresa a alcançar uma das posições de liderança na Europa no campo da engenharia e produção de armas.

Após 1918, o Grupo Schneider expandiu seus negócios e interesses de investimento para a Alemanha e Europa Central e Oriental. Entre outras coisas, em 1919 torna-se o principal acionista da fábrica da Škoda em Pilsen, tendo uma participação decisiva até 1938. O fim dessa expansão foi provocado pela Segunda Guerra Mundial, após o fim da qual o Grupo Schneider enfrenta novamente dificuldades. Passa por uma reorganização em 1949, focada no declínio gradual da produção de armas em favor da produção civil, na época facilitada pela necessidade de reconstrução da França no pós-guerra.

Nos anos 60 o grupo foi afetado pelo declínio de indústrias importantes, como aço e construção naval. A holding Schneider-Empain foi criada em 1969, e o Barão Édouard-Jean Empain assumiu o cargo de diretor executivo.

Em 1981, a empresa desfez-se de todas as atividades não relacionadas à área de engenharia elétrica e automação. Desde 1999, o grupo foi renomeado para Schneider Electric.

 Oblong book. 46x31.5 cm. With 77 folios printed just on the front containing title page, nomenclature of the engravings, title of the first part, 52 prints numbered Pl. No. 1 to 52, title of the second part and 21 prints numbered Pl. No. 1 to 21.

Carton binding with spine and leather corners with title printed on front board.

Copy has light ink marks on front board.

The work presents the plans and cross-sections of a series of metallic structures built by Schneider et Cie. between 1859 and 1880, many of which were related to railways. It is divided into two parts.

The first, with 52 engravings, referring to metal bridges, works carried out in France, Spain (Bridge over the Tagus in Aranjuez, Bridge over the river "El Cinca" in the province of Huesca, Bridge over the river Cadagua near Bilbao), Cochinchina , today Vietnam (Pont sur l'Arroyo de l'Avalanche in Saigon), Russia (Bridge over the Sosna, Yeletz to Orel line, Bridge over the Volga), Brazil (Rio de Janeiro rolling bridge), Algeria (Bridge over the Oued Riou, Bridge over the "Chiffa", Bridge over the Oued Fodda, all from the Algiers to Oran line), Austria (Bridges over the Danube at Stadlau (main bridge and flood bridge), Bridge over the Danube in Linz, bridge over the Danube in Vienna, bridge and crosswalk over the Inn in Innsbruck), Switzerland (Bridge over the Rhine, near Bále) and Portugal (Viaduct over the Tagus in Santarém).

The second part, with 21 engravings, referring to another type of metallic constructions, namely railway stations, hangars, markets, dams, etc., works carried out in France, Italy (Civitta-Vecchia Station in Rome), Spain (Alicante Station, Murcia Station), Peru (Dam and valves in Lima), Russia (Moscow River Dam), Serbia (Valves for the entrance to the Belgrade tunnel) and Cochinchina (Saigon floating dock).

Schneider et Cie or Schneider-Creusot was a French metallurgical and steel company, which became one of the most important European arsenals during the second half of the 19th century.

In 1836, the brothers Adolphe and Eugène Schneider bought iron ore mines and smelters around the French city of Le Creusot. They created and developed a company specialized in the production of artillery weapons, as well as products in the area of railways and shipbuilding.

During the 1860s and 1870s, there was significant progress in the production of iron and steel. Schneider"s innovations in the field of metallurgy and steel production, together with the support of the French government, helped the company achieve one of the leading positions in Europe in the field of weapons engineering and production.

After 1918, the Schneider Group expanded its business and investment interests to Germany and Central and Eastern Europe. Among other things, in 1919 they became the main shareholder in the Škoda plant in Pilsen, having a decisive stake until 1938. The end of this expansion was brought about by the Second World War, after which the Schneider Group faced difficulties again. It undergoes a reorganization in 1949, focused on the gradual decline of arms production in favor of civilian production, at the time facilitated by France’s need for post-war reconstruction.

In the 1960s the group was affected by the decline of important industries, such as steel and shipbuilding. The Schneider-Empain holding company was created in 1969, and Baron Édouard-Jean Empain took over as executive director.

In 1981, the company disposed of all activities non related to the area of electrical engineering and automation. Since 1999, the group has been renamed Schneider Electric.

Referência: 2010NM001
Local: M-2-B-17


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