RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS, QUADRO A ÓLEO PINTADO SOBRE MADEIRA.

     
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RELAÇÃO E INDICE ALPHABETICO DOS ESTUDANTES

Matriculados na Universidade de Coimbra no Anno Lectivo de 1811 para 1812; suas naturalidades, filiações, e moradas. COIMBRA: NA REAL IMPRENSA DA UNIVERSIDADE. ANNO DE 1812.

Seguido de: RELAÇÃO E INDICE ALPHABETICO DOS ESTUDANTES Matriculados na Universidade de Coimbra no Anno Lectivo de 1815 para 1816; suas naturalidades, filiações, e moradas. COIMBRA: NA REAL IMPRENSA DA UNIVERSIDADE. ANNO DE 1815.

Seguido de: RELAÇÃO E INDICE ALPHABETICO DOS ESTUDANTES Matriculados na Universidade de Coimbra no Anno Lectivo de 1818 para 1819; suas naturalidades, filiações, e moradas. COIMBRA: NA REAL IMPRENSA DA UNIVERSIDADE. ANNO DE 1819.

Seguido de: RELAÇÃO E INDICE ALPHABETICO DOS ESTUDANTES Matriculados na Universidade de Coimbra no Anno Lectivo de 1822 para 1823; suas naturalidades, filiações, e moradas. COIMBRA: NA REAL IMPRENSA DA UNIVERSIDADE. ANNO DE 1822.

Seguido de: RELAÇÃO E INDICE ALPHABETICO DOS ESTUDANTES Matriculados na Universidade de Coimbra no Anno Lectivo de 1826 para 1827; suas naturalidades, filiações, e moradas. COIMBRA: NA REAL IMPRENSA DA UNIVERSIDADE. ANNO DE 1827.

Seguido de: RELAÇÃO E INDICE ALPHABETICO DOS ESTUDANTES Matriculados na Universidade de Coimbra no Anno Lectivo de 1830 para 1831; suas naturalidades, filiações, e moradas. COIMBRA: NA REAL IMPRENSA DA UNIVERSIDADE. ANNO DE 1830.

6 volumes encadernados em 1 volume.

In 4º gr. (de 29x20 cm) com 38, 56, 80, 74, 78 e 46, [1] pags.

Encadernação da época com lombada e cantos em pele, cansados. Ferros a ouro desvanecidos na lombada e pastas revestidas a papel decorativo da época.

Ilustrado com as vinhetas tipográficas dos brasões da Casa Real nas folhas de rosto de cada Relação, com grande importância no seu conjunto para o estudo da evolução e variantes heráldicas: Rainha D. Maria I / Principe Regente; Reino Unido de Portugal e Brasil; e Dom Miguel.

Exemplar apresenta na guarda interior da encadernação um texto manuscrito com uma nova organização do mapa judicial da época.

À margem do texto existem anotações manuscritas da época (circa 1830-1840) junto das entradas dos nomes, acrescentando informação coeva a cada um dos mesmos, tais como: “Lente de Matemática”; “Contador de fora do Distrito do Porto”; 'Juiz em Braga'; 'Juiz em Guimarães', 'Ministro de Estado'; 'Ministro de Estado no Rio de Janeiro'; 'Morreu na Forca do Porto'; “Morreu na Forca de Lisboa”; entre outros.

Esta informação da época é particularmente curiosa pois a dita Sociedade dos Divodignos, grupo de estudantes liberais da Universidade de Coimbra, matou dois lentes partidários do rei D. Miguel. Em 1828 foram 13 membros daquela organização secreta que consumaram em Condeixa-a-Nova o assalto à comitiva de lentes e clérigos do Cabido de Coimbra que se dirigiam a Lisboa para saudar o rei absolutista e portadores de uma lista de estudantes liberais a expulsar da Universidade. Os estudantes para a missão de assassinarem os professores foram sorteados na madrugada do dia 18 de Março de 1828. Reuniram-se na Rua do Loureiro. Após a escaramuça os assaltantes foram capturados. Em Junho de 1828, os primeiros nove universitários foram enforcados no cais de Lisboa, perante uma multidão que se acotovelava para assistir à execução colectiva. Manuel Inocêncio de Araújo Mansilha (ver supra RELAÇÃO E INDICE ALPHABETICO DOS ESTUDANTES. 1826, pag. 7) é particularmente referido por outras fontes da época por ter sido baptizado no dia da sua execução.

Estas listas de estudantes fornecem-nos importantíssimas informações sobre a suas origens em Portugal e no Brasil, e mais importante ainda a sua morada em Coimbra enquanto estudantes (em alojamentos, em repúblicas, em casas religiosas e noutros locais), podendo uma moderna análise informática demonstrar a rede de ligações entre os mesmos.

Vide Camilo Castelo Branco in O Retrato de Ricardina, pág. 68: “Eram o barcelense Delfino António de Miranda e Matos, chegado momentos antes de Barcelos, Urbano de Figueiredo, o algarviense Francisco do Amor, o irrequieto filho do Porto, António Correia Megre, Domingos Barata Delgado, Manuel Inocêncio de Araújo Mansilha, de Vila Real, António Maria das Neves Carneiro, do Alentejo. Faltavam dois, cujos nomes a tradição conserva, e o melindre pede que não se escrevam”.

A BNP tem a seguinte sequência de datas: 1816, 1820, 21, 23, 24, e 1827, sendo o presente exemplar mais completo e mais consequente nas datas e no contexto histórico deste período.

Referência: 1603JC021
Local: M-15-D-17


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