RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS. Quadro a óleo pintado sobre madeira.

     
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ROUSSADO GORJÃO. (João Damasio) GALERIA DOS DEPUTADOS DAS CORTES

GERAES EXTRAORDINARIAS E CONSTITUINTES DA NAÇÃO PORTUGUEZA INSTAURADAS EM 26 DE JANEIRO DE 1821. EPOCHA I. [e única publicada]. LISBOA, NA TYPOGRAPHIA ROLLANDIANA. 1822.

In 4º (de 21x14 cm) com 372 pags.

Encadernação da época inteira de pele com ferros a ouro na lombada.

Exemplar com assinatura de posse (do jurisconsulto do séc. XX: Prof. Dr. Barbosa de Magalhães) sobre a folha de rosto; e ex-libris recente.

Obra contém resumos do sentido de voto de cada deputado em cada assunto tratado, seguindo-se uma consideração qualitativa sobra a sua competência, assiduidade, questões e projectos de lei apresentados por cada um; constituindo-se como uma fonte bio-bibliográfica portuguesa e dos assuntos tratados relativamente a temas cruciais, como por exemplo, as relações políticas e comerciais com a Madeira, a indepêndencia do Brasil; a Companhia Vinícola do Alto Douro; etc.

Inocêncio III, 358: “ João Damasio Roussado Gorjão, natural da vila de Mafra, onde nasceu em 1777. Tendo cursado os estudos no colégio dos Cónegos regrantes de Santo Agostinho, no tempo em que estes ocupavam o convento da referida vila. Entrou em 1809 para o serviço do Contracto do Tabaco, continuando a ser aí empregado até que em 1829 foi demitido pelo Caixa geral João Paulo Cordeiro, em razão das doutrinas liberais que professava. Retirando-se para a terra da sua naturalidade, viveu nela por alguns anos, sendo no de 1834 nomeado Administrador da Real Tapada, e servindo depois cargos de eleição popular, como o de Presidente da Câmara Municipal, Procurador á Junta Geral do Distrito, etc. Foi eleito Deputado às Cortes em 1848 pelo reino do Algarve. Morreu em1856.

Galeria dos Deputados das Côrtes geraes extraordinarias e constituintes da nação portugueza, instauradas em 26 de Janeiro de 1821. Epocha primeira. Lisboa, na Typ. Rollandiana 1822. 4.º de 372 pag. (Sem o seu nome). Finda esta primeira época no dia 4 de Julho de 1821, em que o Sr. D. João VI regressou do Brasil. A continuação prometida não chegou a sair à luz. Dizem-me que tivera nesta obra outro colaborador, cujo nome todavia não pude ainda descobrir. Alguns dos juízos apresentados pela Galeria com respeito a diversos membros das Cortes, foram contraditados no jornal contemporâneo O Censor Lusitano, redigido, segundo então ouvi, pelo Padre Marcos Pinto Soares Vaz Preto, de quem tracto em lugar competente”.

Referência: 1309JC082
Local: M-9-B-46


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