RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS, QUADRO A ÓLEO PINTADO SOBRE MADEIRA.

     
 
 

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PRIVILEGIOS CONCEDIDOS PELOS SENHORES REIS DE PORTUGAL AOS MAMPOSTEIROS, E PEDIDORES DA REAL CASA, E IGREJA DO GLORIOSO SANTO ANTONIO DE LISBOA,

Da sua protecção, izenta da Jurisdicção Ordinaria, e immediata à Santa Sé Apostolica. LISBOA: NA IMPRESSÃO REGIA. S.d. [1777]

In fólio de 31,5x22 cm. Com [i], [i em br], 19, [i em br] págs. Cadernos soltos.

Impressão muito nítida em caracteres redondos, itálicos nos subtítulos e nomes. Título da obra encimado por brasão de armas da coroa portuguesa e com uma gravura de Santo Antonio de Lisboa a seguir ao título. Ornamentado com duas iniciais ornamentadas com motivos heráldicos. 

Muito rara edição destes privilégios que foram sucessivamente confirmados por todos os reis de Portugal. Importante para o estudo da estrutura assistencial do Antigo Regime e do culto de Santo António, especial na zona de Lisboa, mas por analogia, para todo o Império Português.   

Os mamposteiros e os pedidores foram figuras importantes e muito características da organização assistencial da Igreja Católica durante o Antigo Regime, do século XV ao Século XIX e como a suas funções estavam ligadas à recolha e gestão de dinheiro eram recrutados entre pessoas de destaque da sociedade e recebiam privilégios específicos como recompensa.

Os mamposteiros eram responsáveis pela arrecadação e contabilização de donativos, das esmolas, dos valores provenientes de multas e da execução dos legados deixados em testamento. Os pedidores colaboravam com os primeiros pedindo esmolas de porta em porta ou em locais determinados como igrejas, mercados e feiras. 

Os mamposteiros e pedidores da casa e Igreja de Santo António, construída no local em que o santo nasceu, exerciam as suas funções em Lisboa e em vastas regiões da extremadura e península de Setúbal, e gozavam de um elevado estatuto social decorrente da celebridade de Santo António e extensão do seu culto, como um dos mais notáveis santos da Igreja. 

Ainda hoje nos dias da festa do santo são vendidos «Pães de Santo António», a que se atribuem virtudes especiais, sendo o produto da venda aplicado a ajudar os pobres.    

Referências:
CIUL - Centro de Informação Urbana de Lisboa. Núcleo de Documentação. Publicações, 2024. Património Histórico, 194, Privilegios concedidos... 1716-1832
Livro de assentos do provimento dos mamposteiros da Casa de Santo António (1813-1821) Arquivo Municipal de Lisboa. 
Visconde de Paiva Manso - Historia da real Casa de Santo Antonio. Lisboa: Imoressão União-Typographica, 1857

 


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Referência: 2604RS074
Local: SACO RS817-19


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