RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS, QUADRO A ÓLEO PINTADO SOBRE MADEIRA.

     
 
 

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VASCONCELOS E SOUSA. (Francisco de) e José Faria. HISTÓRIAS MÍNIMAS.

Edição dos Autores. S.l. 1994.

De 37x16 cm. Com 50 págs. sem numeração. Encadernação inteira de pele com gravações a ouro na pasta anterior. Profusamente ilustrado com 10 gravuras originais em matrizes de cobre, estampadas naturalmente em papel «Fabriano» no formato 35x25 cm, da autoria de José Faria. As gravuras foram legendadas manualmente, a lápis, pelo autor das gravuras.

Exemplar N.º XXIV de uma tiragem de XXV de prova de autor, com rubrica dos autores, e ocasionais picos de humidade junto ao festo.

Muito raro, 1.ª Edição, 

Impresso sobre papel muito encorpado com texto impresso com caracteres tipográficos. Data consultada na legenda das gravuras. Poema bilingue, em português e espanhol.

Obra reúne vinte poemas de Francisco de Vasconcelos e Sousa, sendo as dez gravuras de José Faria do mesmo título dos poemas, com os seguintes títulos: Céu, O Rei (gravura), O Corredor do Palácio (gravura), As Galerias do Palácio (gravura), O Círculo, A Pirâmide (gravura), Números, Empregados da Noite (gravura), Chicago Boy"s, Defenestração (gravura), O Papagaio da Artista, Evolução Inesperada (gravura), Libertação Geral, A Metade (gravura), A Casa Enleada, Viagem, Enlace (gravura), e Série (gravura). 

Francisco de Vasconcelos e Sousa (Lisboa, 1923–2010) foi um jurista, professor e escritor português, conhecido pela sua obra poética e pela sua incursão na prosa, onde abordou temas históricos e sociais. A sua poesia, muitas vezes marcada por uma profunda reflexão sobre a condição humana e a passagem do tempo, revela um estilo cuidado e uma linguagem erudita, mas acessível. Figura multifacetada, a sua ligação ao direito e ao ensino universitário conferiu-lhe uma perspetiva singular sobre a vida, que se transparece na sua obra literária. Explorou temas como a memória, a identidade e a busca por um sentido mais profundo da existência, dialogando com a tradição literária portuguesa.

José Faria nasceu em 1940 e cedo se iniciou no desenho e na gravura, primeiro na Escola António Arroio, depois na Sociedade Cooperativa de Gravadores Portugueses “Gravura”, em Lisboa. Foi professor de desenho, de gravura e de pintura em diversas instituições e, ao longo da sua vida, criou e organizou várias oficinas-escola de gravura, de desenho e de pintura, nomeadamente em Málaga, em Tavira e em Lisboa. Com duas dezenas de exposições individuais e mais de quarenta colectivas, José Faria está representado em diversos museus na Europa e na América do Sul. Foram-lhe atribuídos diversos prémios, nacionais e internacionais, nomeadamente o Grande Prémio de Carreira da CGP. Desde 2008, trabalha e ensina no Ponto de Luz Atelier, em Lisboa, onde expõe regularmente.

Ref.: 
Escritas.org. 


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Referência: 2606RS121
Local: SACO RS866-09


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