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RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS, QUADRO A ÓLEO PINTADO SOBRE MADEIRA. |
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Clique nas imagens para aumentar. GALVÃO. (Henrique) OUTRAS TERRAS, OUTRAS GENTES (VIAGENS NA ÁFRICA PORTUGUESA: 25.000 KM EM ANGOLA).Ilustrado por Fausto Sampaio. Livraria Popular de Francisco Franco. Lisboa. 1942. 2 Volumes encadernados num de 23x17 cm. Com 296, [i]; 295, [iv] págs. Encadernação com lombada e cantos em pele, com nervos e ferros a ouro na lombada. Corte das folhas carminado à cabeça, pastas em papel marmoreado, preserva as capas de brochura anterior e capa posterior apenas do 2.º Vol. Inclui marcador em fita de seda. Ilustrado no texto com gravuras a preto e branco da autoria de Fausto Sampaio, gravuras e mapas, e em extratexto, sobre papel couché, com fotografias, mapas, gravuras e um desdobrável com um mapa com a legenda Terras do Fim do Mundo. Exemplar com leves manchas de humidade assinatura de posse a lápis e etiqueta com cota na folha de anterrosto do primeiro volume, e tem junto uma errata em folha de pequena dimensão nas folhas preliminares. Primeira Edição. Data segundo BNP (Biblioteca Nacional de Portugal), considerando que o prefácio data dos fins de 1941. Não existe registo de edições ou reimpressões posteriores. Composto e impresso na Tipografia Silvas, Lda, Lisboa. Nas páginas preliminares em numeração romana contém o prefácio do autor com título Preparativos de Viagem, onde o autor procura enquadrar Angola como parte integral do Império Português. Com um total de dez capítulos, divididos pelos volumes: Primeiro Volume - I - Mare-Nostrum; II - Terra Nostra; III - Terras do N'Goio e do Gorila; IV - Terras do Manicongo; V - Do Cuanza ao Cassai; Segundo Volume - VI - Moxico, berço de rios; VII - Terras do Fim do Mundo; VIII - Do Cuangar à Huila, pelo Bié; IX - Para Aquém e Para Além da Chela; X - Do Lubango a Luanda por terras de Oeste. Com índice dos capítulos no fim da obra de cada volume; segundo volume inclui índice de todos os capítulos da obra. Obra de relevância histórica por se retratar do território angolano durante o período colonial português. Funciona como um relato de viagem que procura documentar paisagens, populações e recursos naturais de Angola. Reflecte a visão ideológica do Estado Novo sobre o Império Colonial Português, com traços de propaganda colonial. Importante fonte documental para compreender a construção da imagem de África na literatura colonial portuguesa do século XX. Henrique Carlos da Mata Galvão (Barreiro, 1895 - São Paulo, 1970) foi um oficial militar, escritor e político português. Estudou na Escola Militar, na Escola Politécnica e em França. Foi Oficial do Exército Português, dentre outros cargos que lhe foram atribuídos, desempenhou o de governador da Huíla (Angola) e o de director da Emissora Nacional de Radiodifusão. Organizou comemorações e exposições culturais, de que se destacam o Cortejo do Mundo Português e a Exposição Colonial, em 1934, no Porto. Em Angola, efectuou o primeiro reconhecimento do Cuando, uma viagem de cerca de mil quilómetros em território desconhecido. Escritor, dramaturgo e jornalista foi contemplado três vezes com o Prémio de Literatura Colonial da Agência Geral das Colónias. Os temas ultramarinos percorrem toda a sua obra literária. Referências: Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB). Henrique Galvão. Lisboa. BNP: Cota - B.R. 8606 Referência: 2605RS193
Local: SACO RS848-01 Caixa de sugestões A sua opinião é importante para nós. Se encontrou um preço incorrecto, um erro ou um problema técnico nesta página, por favor avise-nos.
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