RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS, QUADRO A ÓLEO PINTADO SOBRE MADEIRA.

     
 
 

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RAMALHO ORTIGÃO. (José Duarte) AS FARPAS. [COMPLETO, 18 VOLUMES]

O País e a Sociedade Portuguesa. (Edição Integral). Tômo I [ao Tomo XV]. Com um estudo de Augusto de Castro, da Academia das Ciências de Lisboa. Livraria Clássica Editora A. M. Teixeira & C.ª (Filhos). Lisboa. 1942-46.

18 Volumes de 19x13 cm. Com xl, 276; 286, [i]; 288, [i]; 318, [i]; 320; 300, [i]; 326; 323; 301; 310; 322; 259; 241; 247; 259; 245, [ii]; 229; 223 págs. Encadernações inteiras de tecido, com rótulos e ferros a ouro nas lombadas e pastas anterior com estampas das capas de brochura. Cortes das folhas mosqueados e folhas de guarda decorativas. 

Exemplar com etiqueta de Jaime M. Alves Encadernador no interior das pastas dos últimos 5 volumes, e ocasionais sublinhados a lápis nalguns volumes. 

Impresso pela Imprensa Portuguesa.

Conjunto completo com dezoito volumes, inclui as últimas Farpas e os dois volumes das Farpas Esquecidas: Volume I - Vida Provincial; II - As Epístolas, III - Os Indivíduos, IV - O Parlamentarismo, V - A Religião e a Arte, VI - A Sociedade, VII - A Capital, VIII - Os Nossos Filhos - Instrução Pública, IX - O Movimento Literário e Artístico, XXI - Aspectos Variados da Sociedade da Política, da Administração, XII - Crónica Mensal da Política, das Letras e dos Costumes - 1871-1872, XIII - Crónica Mensal da Política, das Letras e dos Costumes - 1872, XIV - Crónica Mensal da Política, das Letras e dos Costumes - 1873-1875, XV - Crónica Mensal da Política, das Letras e dos Costumes, 1876-1882, XVI - Últimas Farpas - 1911-1914, XVII - Farpas Esquecidas - I, XVIII - Farpas Esquecidas - II.

Contém a colaboração de Ramalho Ortigão no Boletim Mensal As Farpas, onde escrevia juntamente com Eça de Queirós. As Farpas publicaram-se entre 1871 e 1882, sendo que a partir de 1872 Eça de Quirós foi substituído por Teófilo Braga. Publicação mensal satírica que visava operar a crítica e a reforma dos costumes através do riso, inicialmente da coautoria de Eça de Queirós (cuja parte foi publicada em volume em 1890 sob o título Uma Campanha Alegre) e Ramalho Ortigão, mas que Ramalho redigirá sozinho logo após 1872, devido à partida de Eça como cônsul para Cuba.

Entre 1887 e 1891, Ramalho reeditará As Farpas em onze volumes, onde os textos surgem repartidos por temas. Desde então, várias edições se têm seguido. Como afirma Jacinto do Prado Coelho: As Farpas são, em geral, em qualquer caso, admirável reportagem, cheia de cor, de vida, de honesto desassombro.

Ramalho Ortigão (1836–1915) foi um influente escritor, jornalista e crítico português, figura central da Geração de 70 e do Realismo em Portugal. Iniciou a sua carreira no Porto, mas foi em Lisboa que se imortalizou ao criar, juntamente com Eça de Queirós, as crónicas satíricas de 'As Farpas', onde analisou com ironia mordaz os costumes e as instituições da sociedade portuguesa da época. Além de cronista exímio, destacou-se como ensaísta e crítico de arte, deixando obras fundamentais como 'O Culto da Arte em Portugal' e 'A Holanda', que revelam a sua transição de um espírito crítico e progressista para uma postura de valorização das tradições e do património nacional.

Esta obra pesa mais de 5kg. Está sujeita a portes extra.

Referências:
Jacinto Prado Coelho. Dicionario das Literaturas Portuguesa, Gallega e Brasileira


Temáticas

Referência: 2604RS202
Local: SACO RS817-09


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