RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS, QUADRO A ÓLEO PINTADO SOBRE MADEIRA.

     
 
 

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BRANCO. (Carlos) e Mascarenhas Barreto. LISBOA ANTIGA.

Realização artística e texto de... e... Com a assistência técnica de Emílio Mateus. Colaboração fotográfica especial de Francisco Borges de Souza. Edição dos Autores. Lisboa. S.d. [196-?]

De 24x17 cm. Com 88, [viii] págs. Encadernação em cartão com sobrecapa de plrotecção. Profusamente ilustrado no texto com fotografias a preto e branco. Folhas de guarda ilustradas a preto e branco com fotografias.

Exemplar com danos de manuseamento na sobrecapa e à cabeça da encadernação, e ex-libris de Rui Fernandes no interior da pasta anterior.

Edição trilingue, em português, francês e inglês. Composto e impresso na «Neogravura, Lda», Lisboa.

É um dos álbuns iconográficos mais marcantes sobre a capital portuguesa, publicado originalmente em meados do século XX (c. 1957).

Reúne uma vasta coleção de imagens, gravuras e fotografias que retratam a evolução urbana, os bairros típicos e os monumentos desaparecidos de Lisboa. Inserido na corrente de valorização do 'Lisboetismo', documentando a cidade antes das grandes transformações urbanísticas modernas. Fotografias de Francisco Borges de Souza; Mascarenhas Barreto; Ezequiel Teixeira de Sousa; Claudino Madeira; Testa Santos; João Martins; e Penha Coutinho, que ilustram: o Castelo Velho; a Catedral; as Igrejas; os Mosteiros; as ruas dos bairros antigos; o Tejo com os barcos fenícios; os pescadores; as varinas; as feiras e as festas animadas; as touradas; o fado entre outros aspectos da cidade contando a maravilhosa história de Lisboa.

Carlos Branco foi um escritor, jornalista e olisipógrafo português que se dedicou intensamente à crónica e à investigação da história urbana de Lisboa. Especialista na evolução dos bairros históricos e nas tradições populares da capital, colaborou em diversas publicações periódicas e obras coletivas de grande prestígio gráfico, onde os seus textos funcionavam como um guia narrativo e nostálgico para a iconografia da cidade. A sua colaboração com Mascarenhas Barreto em obras como 'Lisboa Antiga' consolidou-o como uma voz importante na preservação da memória coletiva lisboeta, destacando-se pela capacidade de aliar o rigor descritivo a uma escrita evocativa que captava a alma da cidade pré-moderna.

Augusto Mascarenhas Barreto (1923–2017) foi um polifacetado investigador, escritor, tradutor e fotógrafo português que dedicou grande parte da sua vida ao estudo da história e da identidade nacional. Notabilizou-se pela organização de álbuns iconográficos de referência, como 'Lisboa Antiga', mas alcançou projeção internacional sobretudo com a sua tese sobre a origem portuguesa de Cristóvão Colombo. Intelectual profícuo e polémico, deixou um legado vasto que cruza a documentação fotográfica do património urbano com a investigação histórica revisionista, sendo também reconhecido pelas suas traduções e pelo seu envolvimento na cena cultural e jornalística portuguesa do século XX..


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Referência: 2604RS093
Local: M-20-F-2


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