RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS, QUADRO A ÓLEO PINTADO SOBRE MADEIRA.

     
 
 

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MARX. (Karl) LE CAPITAL.

Vilfredo Pareto. Extraits faits par M. Paul Lafargue. Petite Bibliothèque Économique Française et Étrangère. Guillaumin e Cⁱᵉ. Paris. 1893. 

De 15x10 cm. Com [v], [i em br], lxxx, 176 págs. Encadernação do editor inteira de tela encerada com gravações a negro na lombada e pasta anterior. Ilustrado em face da folha de rosto com retrato do autor a preto e branco. 

Exemplar com leves sinais de manuseamento na encadernação; etiqueta da Livraria Ferin no interior da pasta anterior; carimbo oleográfico da Livraria Particular de Julio Dantes na folha de guarda, folha de rosto, págs. III, XXV, LXXX, 1, 25, 50, 100, 125, 150, 174 e folha de guarda posterior; as primeiras 5 folhas preliminares e a folha das págs. xv e xiv soltas. 

1.ª Edição, muito raro. Data consultada no registo do impressor. 

A obra O Capital: Crítica da Economia Política (Das Kapital), de Karl Marx, é um dos marcos na crítica da economia política e na análise do sistema capitalista. Publicada num momento de intensas transformações sociais e económicas na Europa do século XIX, a obra ultrapassou os limites da comunidade académica. Apesar de densa, influenciou movimentos sociais, políticos e intelectuais em escala global. 

Versão resumida e selecionada da obra O Capital de Karl Marx, organizada por Paul Lafargue (genro de Marx), importante por que permite tornar uma obra complexa mais acessível e influente para um público mais amplo, e com um dos principais objectivos de divulgar as ideias centrais de Marx, não só para as elites, mas também para leitores que não possuíam formação académica avançada. Foi muito usada por movimentos operários e socialistas no final do século XIX e início do XX e serviu como uma espécie de “manual” para compreender as injustiças do sistema capitalista.

Insere-se no final do século XIX, a Europa vivia o auge da Revolução Industrial, com crescimento acelerado das fábricas, jornadas de trabalho longas, condições precárias, forte desigualdade entre burguesia e proletariado, esse cenário gerava tensões sociais e o fortalecimento de movimentos operários.

Obra com a seguinte estrutura: páginas preliminares, em numeração romana, com uma pequena biografia do autor e uma extensa introdução de Vilfredo Pareto; Contém as seguintes partes e capítulos: Première Partie - Marchandise et Monnaie. Cap. I - La marchandise, Cap. II - Des échanges, Cap. III - Circulation des marchandies; Deuxiéme Partie - La Transformation de l’Argent en Capital, Cap. IV - La formule générele du capital, Cap. V - Contradiction de la formule générale du capital, Cap. VI - Achat et vente de la force de travail, Cap. VII - Production de valeurs d’usage et production de la plus-value, Cap. VIII - Capital constant et capital variable, Cap. IX - Le taux de la plus-value; Inclui nas páginas finais notas por M. Paul Lafargue. 

Paul Lafargue (Santiago de Cuba, 1842 – Draveil, 1911) foi um escritor, ativista político, médico e socialista francês, autor de várias obras sobre a história do marxismo. Formado em Medicina, foi um dos fundadores do Partido Operário Francês em 1879, indissociável da história do socialismo francês. Expulso da universidade por actividades subversivas, exilou-se em Londres, onde dinamizou a Primeira Internacional. A convicta defesa da Comuna de Paris valeu-lhe várias penas de prisão, a perseguição pelas autoridades e a fuga para Espanha. Na 1.ª Internacional ocupou o cargo de secretário correspondente para Espanha entre 1866 e 1868 e foi membro fundador das secções francesa, espanhola e portuguesa. Casou-se com Laura Marx, filha de Karl Marx. Escreveu O Capital - Extratos, para facilitar o acesso popular à obra O Capital de Karl Marx., que teriam sido elogiados pelo sogro. 

Foi uma das principais figuras do movimento revolucionário internacional. Participou do Conselho Geral da I Internacional, organizando ativamente as seções francesa e espanhola. Após a derrota da Comuna de Paris (1871), da qual também fez parte, refugiou-se em Espanha e organizou um núcleo socialista. Logo aderiu ao marxismo, após incorporar a elaboração teórica de Karl Marx. Sua obra mais famosa O Direito à Preguiça, um grito de revolta contra a superexploração da classe trabalhadora, que se tornou um dos marcos da luta pela jornada de oito horas de trabalho. Foi um fecundo polemista e redactor em periódicos como L’Égalité e La Tribune. Em 1911, suicidou-se com a sua companheira, Laura Marx.

Vilfredo Pareto (Paris, 1848-Genebra, 1923) foi um sociólogo, teórico político e economista italiano. Graduou-se em Matemática e Física, em 1867, e em Engenharia, em 1870, no Instituto Politécnico de Turim. Trabalhou como Engenheiro em grandes empresas, chegando a diretor de uma companhia ferroviária italiana. Em 1874 é nomeado diretor de uma siderúrgica em Florença. Nessa época, dedicou-se ao estudo da Sociologia, Economia, Filosofia e Política. Elaborou a teoria das elites dominantes e a teoria de que o comportamento político é essencialmente irracional. Foi crítico ativo das políticas econômicas do governo italiano. Denunciava o protecionismo e o militarismo, que ele via como um dos maiores inimigos da liberdade. Em 1923, foi nomeado para um lugar no senado no governo de Mussoline, mas recusou-se a se tornar membro de fascismo.

Ref.:

Revista Urutágua - Revista Acadêmica Multidisciplinar Centro de Estudos Sobre Intolerância - Maurício Tragtenberg, N.º 05, 2004. 

 

 

 


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