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RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS, QUADRO A ÓLEO PINTADO SOBRE MADEIRA. |
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Clique nas imagens para aumentar. FERRAZ DE MACEDO. (Francisco) ETHNOGENIA BRAZILICA. ESBOÇO CRITICO SOBRE A PRE-HISTORIA DO BRAZIL E AUTOCHTONIA POLYGENISTA.Baseado mas receitas descobertas archeologicas da America, apresentadas na exposição anthropologica do Rio de Janeiro em 1882. [Por] Dr... Com dezeseis estampas - caracteres symbolicos, chromos e contornos cranianos. Vertido para francez, em volume separado, por Alberto Girard. Imprensa Nacional. Lisboa. 1886. De 28,5x19,5 cm. Com 126, [i] págs. Brochado. Ilustrado no texto com seis quadros com caracteres simbólicos, duas estampas a cores do vaso do necrotério do pavoval da ilha do Marajó, oito estampas do contorno craniano, e um quadro descritivo de contornos cranianos das estampas, que pertencem ao Arquivo do Museu Nacional do Brasil. Exemplar por abrir, com dedicatória do autor na quarta folha, a Academia de Estudos Livres, datada de Lisboa 14-5-1892. Com nota e correção manuscrita a tinta pelo autor, na nota de tradução onde rasura o nome de Alberto Girard e acrescenta pelo Dr. Henri de Courtois, e a seguinte nota NB Atradução de Albert Girard foi inutilizada por incorrecta, Dr. F.F. de Macedo, na capa anterior. Apresenta danos, etiqueta com cota de biblioteca e selo branco da Academia de Estudos Livres na lombada, capa anterior e folha de rosto. 1.ª Edição, muito raro, desta obra antropológica e crítica, que se insere no debate europeu e americano sobre a pré-história e a formação das populações da América do Sul, apresentada na exposição antropológica do Rio de Janeiro em 1882, destaca-se por trazer um olhar crítico e comparativo sobre as origens e desenvolvimento dessas populações. O autor procura analisar e interpretar achados arqueológicos apresentados, propondo explicações sobre a origem e desenvolvimento das populações no Brasil, usando desenhos, medidas e comparações de crânios e artefactos para sustentar argumentos sobre a diversidade e as origens desse povo, refletindo a maneira como a antropologia física era praticada no século XIX. Contém um antelóquio nas páginas preliminares. Obra dividida em duas partes: Parte I: A Pré-História do Brasil - I. A exposição antropológica do Rio de Janeiro; II. Os plágios científicos e a importância dos símbolos de Marijó; III. A nova sintaxe antropológica da América; Parte II: Relance Sobre a Autoctonia Poligenista - I. As doutrinas genésicas; II. Homotopia craniana de várias zonas reputadas autoctonicas, provada pela morfologia; III. Heterogenias individuais reveladas por observações psico-psicológicas; IV. Hegiras e cruzamentos humanos provados por factos mesológicos e etnológicos. Inclui nas páginas finais três notas, numeradas de A a C, que fazem parte integral da obra. Francisco Ferraz de Macedo (Lugar de Paradela, Espinhel (Águeda), 1845 — Lisboa, 1907) Foi um médico e antropólogo português, trabalhou tanto no Brasil quanto em Portugal, sendo conhecido pelos seus estudos em antropologia física, especialmente craniometria e outras medições, e por suas contribuições científicas no fim do século XIX. Formado em Farmácia e Medicina, dedicou-se desde muito cedo aos estudos antropológicos, com destaque para a osteologia, as mensurações antropométricas e a criminologia. Ocupou o cargo de Director geral da Associação Montepio Agrícola do Rio de Janeiro, e Diretor dos Serviços Antropométricos e Fotográficos do Juízo de Instrução Criminal de Lisboa. A coleção Ferraz de Macedo foi doada, em 1907, à Seção Zoológica do Museu, constituída por mais de mil crânios e várias dezenas de esqueletos, provenientes de cemitérios de Lisboa, foi na época a primeira coleção de esqueletos identificados em Portugal. Referência:
Referência: 2601RS001
Local: SACO RS781-04 Caixa de sugestões A sua opinião é importante para nós. Se encontrou um preço incorrecto, um erro ou um problema técnico nesta página, por favor avise-nos.
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