RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS. Quadro a óleo pintado sobre madeira.

     
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COMTE-SPONVILLE. (André) PEQUENO TRATADO DAS GRANDES VIRTUDES.

Tradução de Maria Bragança. 1.ª edição. Editorial Presença. Lisboa. 1995.

De 22,5x15,5 cm. Com 311 págs. Brochado. Exemplar com etiqueta da editora na folha de guarda anterior e com alguns sublinhados a lápis ao longo da obra.

São abordadas dezoito virtudes: a polidez, a felicidade, a prudência, a temperança, a coragem, a justiça, a generosidade, a compaixão, a misericórdia, a gratidão, a humildade, a simplicidade, a tolerância, a pureza, a doçura, a boa-fé, o humor e o amor. 

Trata-se de uma análise das virtudes citadas, à luz dos ideais de vários filosofos, na qual o autor assume uma posição não moralista, sugerindo antes formas inovadoras de pensar o nosso vivido segundo parâmetros de surpreendente modernidade.

«Virtude é poder, é excelência, é exgência. As virtudes são os nossos valores morais, mas encarnadas , na medida das nossas possibilidades, e vividas em acto: sempre singulares, como cada um de nós, sempre plurais, como as fraquezas que combatem ou corrigem. O Bem em si não existe: o bem está por fazer e a isso chamamos virtudes» (A. C.-S.)

Referência: 2105RS449
Local: I-61-F-7


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