RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS. Quadro a óleo pintado sobre madeira.

     
 
   

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INDEX CODICUM BIBLIOTHECAE ALCOBATIAE,

IN QUO NON TANTUM CODICES RECENSENTUR, SED ETIAM QUOT TRACTATUS, EPISTOLAS, &C. SINGULI CODICES CONTINEANT, EXPONITUR, ALIAQUE ANIMADVERTUNTUR NOTATU DIGNA. [Escudo Real de Dom José I] OLISSIPONE. EX TYPOGRAHIA REGIA. ANNO MDCCLXXV. [1775]. Cum Facultate Regiae Curiae Censoriae.

In fólio (de 29x20 cm) com [8], 213, pags + 3 fólios.

Brochado (sem capas de brochura) e precisa ser encadernado. Corte da folhas carminado.

Exemplar com forte mancha de humidade à cabeça de todo o exemplar e uma leve mancha no pé da página de rosto.

Ilustrado com 2 gravuras abertas em chapa (contidas nas últimas 5 pags. inumeradas da nossa colação) com impressão a duas cores, mostrando o esquema de classificação bibliográfica das partes notáveis de um códice e do seu conteúdo, e dando como exemplos (paradigmas) o códice nº 1 e o códice nº 38, e seguindo-se a página das erratas a qual retoma a impressão tipográfica inicial.

Obra de referência da bibliografia e da cultura portuguesa.

Indice dos Manuscritos, ou Códices, existente na Biblioteca Real de Alcobaça, sendo muito deles obras da Idade Média, iluminadas, únicas no mundo, feitas por esta importantissima escolas de copistas e de historiadores chamada Alcobacense. Foram posteriormente retirados de Alcobça para a Bibliteca Real ou nacional de Lisboa após 1833. O Mosteiro de Alcobça era a residência dos reis da primeira dinastia e a sua biblioteca também era o seu arquivo de onde proveio uma das mais importantes fontes da história de Portugal. Além da desccrição dos Códices (477 manuscritos na sua totalidade), apresenta-se um índice dos autores (incluindo uma secção daqueles desconhecidos ou com data incerta); e ainda um Indice alfabético final.

Inocêncio diz que se atribui a composição deste index a Fr. Francisco de Sá, monge de Alcobaça. Vários códices dos que vêm mencionados no Index foram posteriormente dados à estampa por Fr. Fortunato de S. Boaventura. Mais afirma que nos dias de hoje se encontra recolhida na Biblioteca Nacional de Lisboa uma boa parte dos mesmos códices, escapados á rapina que devastou os restantes, junto com outras preciosidades do mosteiro de Alcobaça, cuja perda é, e será sempre lamentável.

 In folio (29x20 cm) with [8], 213, pags + 3 folios.

Unbound. Red sprinkled eges.

Copy with a strong damp stain on the top half of the whole copy and a slight stain on the foot of the title page.

Illustrated with 2 engravings, hatched on metal, (in the last 5 unnumbered pages of our collation) printed in two colours, showing the bibliographical classification scheme of the notable parts of a codex and its contents, and giving as examples (paradigms) codex no. 1 and codex no. 38, followed by the errata page which retakes the initial typographical printing.

Reference work of the Portuguese bibliography and culture.

Index of Manuscripts, or Codices, existing in the Royal Library of Alcobaça, many of them unique works from the Middle Ages, illuminated, made by this important school of copyists and historians called Alcobacense. They were later taken from Alcobça to the Royal or National Library of Lisbon after 1833. The Monastery of Alcobça was the residence of the kings of the first dynasty, and its library was also its archive, from which came one of the most important sources of Portuguese history. In addition to the description of the Codices (477 manuscripts in total), there is an index of the authors (including a section of those unknown or of uncertain date); and also a final alphabetical index.

Inocêncio says that the composition of this index is attributed to Fr. Francisco de Sá, monk of Alcobaça. Several of the codices mentioned in the Index were later given to the print by Fr. Fortunato de S. Boaventura. He also states that many of those codices are nowadays collected in the National Library of Lisbon, escaping the plunder that devastated the rest, alongside other treasures of the monastery of Alcobaça, the loss of which is, and will always be, regrettable.

Referências/References:

Inocêncio I, xlvi, III, 44, III, 218 e IV, 57.

Referência: 2003JC023
Local: MIS-MESA JCM


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