RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS. Quadro a óleo pintado sobre madeira.

     
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CORREIA. (Felix) A VOZ DO TRABALHO.

Soares & Guedes, Limitada. Lisboa. 1919.

Junto com:

A ULTIMA QUIMERA.

O PESADELO DOS SOBAS. Panfleto.

A JORNADA DE MONSANTO. Um holocausto tragico.

De 21x16,5 cm. Com 11; 15; [xiv]; 40 págs. Encadernação em percalina.

Brochura com dedicatórias do autor a:

Carlos de Ornellas Lopes Banhos, também conhecido como Carlos d"Ornellas, foi um jornalista, escritor, empresário e militar português.

Félix Correia, (Amadora, 1901 - Lisboa, 1969), jornalista e publicista.

Defensor da causa monárquica, entrou com 17 anos para a redação do periódico A Monarquia e, a partir de 1922, foi redator do Diário de Lisboa, depois de ter passado pelo jornal da tarde O Liberal. De 1934 a 1957 desempenhou o cargo de chefe de redação do Jornal do Comércio e das Colónias. Em 1940 assumiu a direção da revista A Esfera, paga pela propaganda alemã nazi.

Inicialmente companheiro de António Sardinha, militou no Integralismo Lusitano, tomando parte activa em manifestações monárquicas e nacionalistas. Foi diretor do Sindicato dos Profissionais da Imprensa de Lisboa e sócio fundador e membro da direção do Sindicato Nacional dos Jornalistas, sob a égide do corporativismo salazarista

Referência: 3003SS050
Local: I-34-H-51


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