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RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS, QUADRO A ÓLEO PINTADO SOBRE MADEIRA. |
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Clique nas imagens para aumentar. ALEGRE. (Manuel) e David de Almeida AICHA CONTICHA: LENDAS E VIAGENS DESTAS E DOUTRAS PARAGENS.Palavras e imagens de Manuel Alegre e David de Almeida. Galeria 111. [Lisboa]. 1984. De 30x20 cm. Com 38 páginas não numeradas: 6 cadernos bifólios soltos, acondicionados em pasta editorial de cartão; cada caderno acompanhado de uma gravura original em folha solta, protegida por papel vegetal; incluindo ainda uma folha solta com informação editorial e assinaturas dos autores. Ilustrado com 6 gravuras originais de David de Almeida, gravadas sobre cobre em técnica mista e executadas sobre papel Moulin du Gué B.F.K. naturel 270 g. Todas numeradas 102/170 e assinadas a lápis pelo artista. Poemas impressos por Grafispaço sobre papel Arches Satiné 300 g. Exemplar n.º 102/170, com leves marcas de acidez no colofon. Edição de bibliófilo publicada pela Galeria 111 em Dezembro de 1984, com tiragem total de 200 exemplares: 170 numerados, 20 provas de autor (P.A.) e 10 provas hors commerce (H.C.), todos assinados pelos autores. Ausente do catálogo da Biblioteca Nacional de Portugal. Reúne seis poemas inéditos de Manuel Alegre — «Aicha Conticha», «As Guitarras de Alcácer-Quibir», «Espantalhos de Alcácer-Quibir», «Ainda há Mar», «O.V.N.I.» e «D. Sebastião» — acompanhados das gravuras de David de Almeida. Os poemas gravitam em torno do mito sebastianista e da memória de Alcácer-Quibir, temas recorrentes na obra de Alegre, cruzando a evocação histórica com uma poética de resistência e esperança. A Galeria 111, fundada em Lisboa em 1964 por Manuel de Brito, destacou-se como uma das principais galerias de arte contemporânea portuguesa, promovendo edições de bibliófilo que associavam poetas e artistas plásticos. Manuel Alegre (Águeda, 1936) é poeta e político português, figura central da resistência ao Estado Novo e da literatura portuguesa contemporânea. Exilado em Argel entre 1964 e 1974 por oposição ao regime, publicou Praça da Canção (1965), obra que se tornou símbolo da resistência cultural. Após o 25 de Abril, exerceu funções de deputado à Assembleia da República pelo Partido Socialista e foi candidato à Presidência da República em 2006 e 2011. David de Almeida (Lisboa, 1945 – Lisboa, 2014) foi pintor e gravador, formado na Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa, com posterior especialização em gravura na Escola de Artes Decorativas de Paris e em litografia no Atelier Desjobert. Expôs regularmente a partir de 1969, com presença em colecções públicas e privadas. Destacou-se como gravador, dominando diversas técnicas calcográficas, e colaborou em várias edições de bibliófilo com poetas portugueses. Referência: 2603SB002
Local: SACO RS808-000 Caixa de sugestões A sua opinião é importante para nós. Se encontrou um preço incorrecto, um erro ou um problema técnico nesta página, por favor avise-nos.
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