RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS, QUADRO A ÓLEO PINTADO SOBRE MADEIRA.

     
 
 

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CUNHAL. (Álvaro) DESENHOS DA PRISÃO. [I VOL., 1.ª EDIÇÃO]

Editorial «Avante!». Lisboa. 1975.

De 48,5x34,5 cm. Com 25 desenhos em folhas soltas de grandes dimensões, junto com uma pequena folha com informação sobre a obra, acondicionados em pasta de cartolina do editor. Têm colado na pasta anterior, apenas num dos lados, uma estampa com pormenores de um dos desenhos.

Exemplar com a caixa manuseada.

Conjunto de desenhos executados de 1951 a 1959 nas cadeias da Penitenciária de Lisboa, onde Álvaro Cunhal passou sete anos de rigoroso isolamento, e do Forte de Peniche, de onde se evadiu em 3 de Janeiro de 1960. A sua publicação enquadra-se nas iniciativas de recolha de fundos para o Partido Comunista Português.

Álvaro Barreirinhas Cunhal (Coimbra, 10 de Novembro de 1913 – Lisboa, 13 de Junho de 2005) foi um político e escritor português, conhecido por ser opositor do Estado Novo, e ter dedicado a vida ao ideal comunista e ao Partido Comunista Português (PCP). É descrito como uma das maiores personalidades políticas e intelectuais de Portugal do século XX, assim como do movimento comunista internacional.

A sua entrada formal no Partido deu-se nos finais de 1932 e devido aos seus ideais comunistas, à sua assumida e militante oposição ao Estado Novo e à acção violenta perpetrada por movimentos afectos ao partido, esteve preso entre junho de 1937 e julho de 1938, entre maio e novembro de 1940 e entre março de 1949 e janeiro de 1960, num total de 15 anos, oito dos quais em completo isolamento.

Cunhal está exilado em Paris no dia 25 de abril de 1974; regressa a Portugal cinco dias depois. Do aeroporto da Portela, vai directamente reunir-se com António de Spínola, Presidente da Junta de Salvação Nacional.

Foi ministro sem pasta no I, II, III e IV governos provisórios e também deputado à Assembleia da República entre 1975 e 1992. Em 1982, tornou-se membro do Conselho de Estado, abandonando estas funções dez anos depois, quando saiu da liderança do PCP. Além das suas funções na direcção partidária, foi romancista e pintor, escrevendo sob o pseudónimo de Manuel Tiago, o que só revelou em 1994.

 

 


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Referência: 2603RS027
Local: SACO RS810-01


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