RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS, QUADRO A ÓLEO PINTADO SOBRE MADEIRA.

     
 
 

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HELME. (Elizabeth) ALBERTO, OU O DESERTO DE STRATHNAVERN DE MISTRISS HELM,

Vertido em Portuguez da Segunda Ediçaõ da Traduçaõ Franceza de Lefevre, por J. M. C. B. Tomo Primeiro [Tomo Segundo; Tomo Terceiro]. LISBOA, Na Typographia Rollandiana. 1827. Com Licença da Mesa do Desembargo do Paço. 

3 Volumes in 8.º de 16x10,5 cm. Com [ii], 272; [ii], 287, [i em br]; [ii], 224 págs. Encadernações da época inteiras de pele com ferros a ouro nas lombadas e corte das folhas mosqueados. Impressão muito nítida em caracteres redondos, e ornamentado no início da obra em cada capítulos com cabeções tipográficos. 

Exemplar com danos de manuseamento na encadernação. 

Originalmente publicada em inglês em 4 volumes. Existe disponível, em formato digital, a primeira edição original inglesa de 1799. 

A versão em português foi traduzida por João Miguel Coelho Borges em 1827, baseada numa tradução francesa anterior.

Romance sentimental e gótico do final do século XVIII, a história acompanha as provações de Alberto, um jovem herói que enfrenta o exílio e diversas adversidades. O 'Deserto' (ou as terras selvagens) de Strathnavern, na Escócia, serve como cenário melancólico e isolado para as suas reflexões e lutas morais. A obra explora a virtude sob prova, a importância da honra familiar e a perseverança perante a injustiça.

Elizabeth Helme (1743–1814) foi uma prolífica romancista e tradutora britânica, cujas obras ganharam vasta popularidade na Europa do final do século XVIII através de adaptações francesas. Conhecida pelo seu estilo que mesclava o romance sentimental com elementos do gótico, dedicou-se também à escrita educativa para jovens e a relatos de viagens, como o seu famoso guia sobre a Escócia. Embora a sua vida pessoal permaneça pouco documentada, a sua carreira foi marcada por um sucesso comercial considerável, tendo as suas histórias de virtude e moralidade influenciado profundamente o catálogo das bibliotecas circulantes da época, tanto em Inglaterra como em Portugal.

João Miguel Coelho Borges (1780–1852) foi um prolífico tradutor português do século XIX, cuja carreira foi fundamental para a popularização de romances estrangeiros em Portugal. Trabalhou extensivamente com a Typographia Rollandiana, em Lisboa, sendo responsável por verter para o português dezenas de obras de autores europeus de renome, como Elizabeth Helme, Regina Maria Roche e Madame de Genlis.


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Referência: 2602RS123
Local: SACO RS796-25


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