RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS, QUADRO A ÓLEO PINTADO SOBRE MADEIRA.

     
 
 

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CADAMOSTO. (Luigi), Pedro de Cintra; Américo Vespucci; Tomé Lopes; João de Empoli; Duarte Barbosa. NAVEGAÇÕES DE LUÍS DE CADAMOSTO À SENEGÂMBIA, PEDRO DE CINTRA À SERRA LEOA; NAVEGAÇÃO À ILHA SÃO TOMÉ; RELATO DA VIAGEM DE PEDRO ÁLVARES CABRAL;

COLLECÇÃO DE NOTICIAS PARA A HISTORIA E GEOGRAFIA DAS NAÇÕES ULTRMARINAS QUE VIVEM NOS DOMINIOS PORTUGUEZES, TOMO II. Navegações de Luís de Cadamosto à Senegâmbia (1455-1456), a que se junta a viagem de Pedro de Cintra à Serra Leoa (1462); a navegação de um piloto anónimo à ilha de São Tomé; o relato da viagem de Pedro Álvares Cabral (1500) por outro piloto anónimo; as cartas de Américo Vespúcio a Pedro Soderini sobre as suas expedições ao Brasil (1501-1503); a navegação às Índias Orientais de Thomé Lopes, escrivão da armada de Vasco da Gama (1502); a viagem de João de Empoli, mercador florentino ao serviço dos Marchiones de Lisboa; e, por fim, o célebre Livro de Duarte Barbosa. Segunda Edição. Publicada pela Academia Real das Sciencias. Typographia da Academia. Lisboa. 1867.

De 22,5x16 cm. Com xiv, 386, [ii] págs. Brochado.

Exemplar com capas de papel coladas posteriormente, não preservando as capas de brochura originais.

Segunda edição rara e importante, reimpressa mais de meio século após a primeira edição de 1812 devido ao esgotamento dos exemplares disponíveis. A Collecção de Noticias constitui uma das iniciativas editoriais mais significativas da Academia Real das Ciências de Lisboa para a preservação e divulgação das fontes primárias relativas à expansão portuguesa.

Este segundo tomo reúne sete textos fundamentais para a história dos descobrimentos, organizados numa sequência geocronológica que percorre o Atlântico africano, o Brasil e o Oceano Índico. Inclui: as navegações de Luís de Cadamosto à Senegâmbia (1455-1456), a que se junta a viagem de Pedro de Cintra à Serra Leoa (1462); a navegação de um piloto anónimo à ilha de São Tomé; o relato da viagem de Pedro Álvares Cabral (1500) por outro piloto anónimo; as cartas de Américo Vespúcio a Pedro Soderini sobre as suas expedições ao Brasil (1501-1503); a navegação às Índias Orientais de Thomé Lopes, escrivão da armada de Vasco da Gama (1502); a viagem de João de Empoli, mercador florentino ao serviço dos Marchiones de Lisboa; e, por fim, o célebre Livro de Duarte Barbosa, descrição geográfica e etnográfica de todo o Oriente até aos confins então conhecidos.

As páginas preliminares em numeração romana contêm as introduções críticas da Academia, fundamentais para compreender a origem e as vicissitudes textuais de cada documento. Grande parte destes relatos sobreviveu apenas através das traduções italianas publicadas por Giovanni Battista Ramusio na sua monumental colectânea Delle navigationi et viaggi (Veneza, c. 1550), tendo-se perdido os originais portugueses. Os editores da Academia viram-se assim obrigados a um processo de «retroversão» — traduzir do italiano para português textos originalmente redigidos em português —, facto que transparece nas notas e advertências do volume. O Livro de Duarte Barbosa beneficiou da descoberta de um manuscrito português incompleto, resultando num texto híbrido onde as lacunas foram colmatadas com a versão de Ramusio.

A Collecção de Noticias foi publicada pela Academia Real das Ciências entre 1812 e 1841, perfazendo sete tomos com numeração e estrutura variáveis. O presente Tomo II foi originalmente editado em três fascículos separados (n.os 1-2, 3-6 e 7), publicados entre 1812 e 1813. A colecção completa inclui ainda documentos fundamentais como a Carta de Pero Vaz de Caminha (Tomo IV), a Fatalidade Histórica da Ilha de Ceilão de João Ribeiro (Tomo V) e as Reflexões Críticas de Francisco Adolfo de Varnhagen sobre a Notícia do Brasil (Tomo V, n.º 2), constituindo no seu conjunto um repositório essencial para o estudo da expansão portuguesa.

A reedição de 1867 insere-se num contexto de reafirmação dos direitos históricos portugueses sobre os territórios africanos e asiáticos, numa época em que as potências europeias intensificavam a sua presença no continente africano. Disponibilizar estes relatos quinhentistas — com as suas descrições detalhadas de rotas, povos e recursos — constituía uma forma de legitimar a primazia lusitana na exploração do Atlântico Sul e do Índico.

Referências:
Catalogo BNP, Cota: H.G. 9176 V.

 


Temáticas

Referência: 2512SB010
Local: SACO SB273-01


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