RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS, QUADRO A ÓLEO PINTADO SOBRE MADEIRA.

     
 
 

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MATOS SEQUEIRA. (Gustavo de) A ABELHEIRA E O FABRICO DE PAPEL EM PORTUGAL.

História de uma propriedade e de uma fábrica. Por… da Academia das Ciências de Lisboa, da Academia Nacional de Belas Artes, da Associação dos Arqueólogos Portugueses, etc., etc. Followed by a résumé in English, withj the addition of dome interesting documentary evidence by Mrs. R. Garland Jayne. S.n. [Oficinas da Tipografia Portugal]. Lisboa. 1935.

De 29x23 cm. Com cerca de 150 págs. sem numeração. Encadernação com lombada em pele e com ferros a ouro. Pastas revestidas sobre papel marmoreada e folhas de guarda sobre papel decorativa. Ilustrado em extratexto com retratos, inclui um retrato de Sir John Hatt Noble Graham, Bart. chefe da Casa Graham à data da compra da Propriedade e Fábrica da Abelheira, fotografias a preto e branco, mapas desdobráveis a cores e um quadro genealógico da família Abelhão.

Exemplar com danos nas charneiras e ex-líbis de Maria Constância e José De Matos Sequeira no interior da pasta anterior. Tem junto folhas soltas, dentre elas, correspondências de M. M. Alves Pimenta, recortes do Diário de Notícias de 11-12-1953 sobre a Fábrica, um modelo de papel nacional da época, anotações manuscritas, entre outras. 

Contém uma descrição da propriedade, da fábrica, das marcas de água do papel, notas finais e um extenso resumo em inglês. Fonte muito importante para o estudo do desenvolvimento da indústria em Portugal.

Gustavo Adriano de Matos Sequeira (Lisboa, 1880 — Lisboa, 1962), foi um jornalista, político e escritor Olissipógrafo português. Contribuiu e trabalhou em várias áreas, desde o jornalismo, tendo passado pelo jornal “O Século” ao teatro, como autor e Comissário do Teatro Nacional D. Maria II de 1915 a 1936, administração local e central, exerceu o cargo de chefe do gabinete do Ministro das Finanças em 1915. Foi um dos fundadores do Grupo Amigos de Lisboa, em 1936, no qual assumiu, ao longo do tempo, diferentes cargos como a direção da revista 'Olisipo', foi membro das mais variadas academias e associações desde a Academia de Belas Artes de Lisboa à Associação dos Arqueólogos Portugueses, passando pela Sociedade Portuguesa de Autores e Compositores Portugueses, atual Sociedade Portuguesa de Autores.

Como olisipógrafo produziu obras como “Depois do Terramoto - Subsídios para a História dos Bairros Ocidentais” em quatro volumes e o 'O Carmo e a Trindade' edição em três volumes, e proferiu inúmeras palestras. No Teatro produziu várias peças, muitas delas adaptadas a rádio e levadas à cena, principalmente no Teatro Nacional D. Maria II, onde tiveram grande êxito.


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Referência: 2512RS109
Local: SACO RS757-05


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