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RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS, QUADRO A ÓLEO PINTADO SOBRE MADEIRA. |
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Clique nas imagens para aumentar. BRANDÃO. (Raúl) A FARSA.Edição: José Carlos Seabra Pereira. Obras Completas, Vol. I. Obras Clássicas da Literatura Portuguesa, Séc. XX, N.º 58. Relógio D’Água. Lisboa. 2001. De 24x16 cm. Com 226, [iii] págs. Brochado. Ilustrado em extratexto com desenhos de Luis Manuel Gaspar. Exemplar com marcas ligeiras de manuseamento na capa posterior. Raúl Germano Brandão, nascido a 2 de Março de 1867, e falecido a 5 de Dezembro de 1930. Frequentou o Curso Superior de Letras no Porto, tendo-se dedicado desde tenra idade ao jornalismo, colaborando no Correio da Manhã. Estreou-se com a publicação da coletânea de contos Impressões e Paisagens, com traços naturalistas, que logo abandonou. Publica a História de Um Palhaço -Vida e Diário, em 1896, assumindo já traços caraterísticos da sua obra, que giram à volta da condição humana, assumindo caraterísticas expressionistas. Publica mais tarde a versão refundida da obra supracitada, A Morte do Palhaço e o Mistério da Árvore, A Farsa, (1903), Os Pobres (1906), os estudos históricos El-Rei Junot (1912) e A Conspiração de Gomes Freire de Andrade (1914); e Húmus, em 1917. Em 1923 reúne 3 peças num volume de Teatro (O Gebo e a Sombra, O Doido e a Morte e O Rei Imaginário), e o livro de reportagem jornalística Os Pescadores, tendência esta que continuará em 1926 com Ilhas Desconhecidas. Destaca-se ainda com 3 volumes de Memórias, (1919, 1925 e 1933), O Avejão (1929) e a novela O Pobre de Pedir).
Referência: 2511PA137
Local: SACO PA649-13 Caixa de sugestões A sua opinião é importante para nós. Se encontrou um preço incorrecto, um erro ou um problema técnico nesta página, por favor avise-nos.
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