RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS, QUADRO A ÓLEO PINTADO SOBRE MADEIRA.

     
 
 

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DIÁRIO NACIONAL, ANO 2.º, N.º 610, 2.ª FEIRA, 1 DE JULHO DE 1918 - ANO 3.º, N.º 785, 3.ª FEIRA, 31 DE DEZEMBRO DE 1918.

Director: Ayres de d’Ornelas. Sub-Director Aníbal Soares. Gerente: José de Sucena. Editor: Jorge Santos. Proprietário Empresa de Jornais Publicações LDA. Lisboa. 1918.

De 57,5x41,8 cm. Com um total de cerca de 704 págs. Encadernação com lombada e cantos em tela, com gravações a prata na lombada. Ilustrado no texto com retratos, fotografias e anúncios publicitários a preto e branco. 

Exemplar com desgaste e alguns estrago no festo, com rasgos nas pastas, danos na lombada com perda do pé e algumas manchas de oxidação. 

Cada número com cerca de 4 págs., com texto a 7 colunas separadas por filetes simples.

Muito raro, um semestre completo, dum jornal de grande formato. Muito importante para o estudo da Primeira Républica e para as consequências dos efeitos da 1.ª Guerra Mundial. 

Aires de Ornelas e Vasconcelos (Camacha, 1866 - Lisboa, 1930) Militar, político, diplomata foi um dos masi notáveis africanistas e apoiantes da Monarquia. Iniciou o seu percurso académico na Escola Politécnica e, ao mesmo tempo, alistou-se como voluntário no Regimento de Cavalaria n.º 4 em 1881, iniciando aí o seu percurso militar. Em 1889 terminou os estudos do Corpo do Estado-Maior na Escola do Exército, foi promovido a Alferes, depois a Tenente, e em 1897 a Capitão. Participou nas campanhas militares de 1895 a 1897, destacando-se na Campanha de 1895, nos distritos de Lourenço Marques e Inhambane, contra os Landis e contra o Imperio Vátua de Gungunhana. A sua
participação militar e diplomática valeu-lhe o reconhecimento dos superiores, consubstanciado pela atribuição de condecorações, louvores e ainda a concessão de uma pensão pelo Estado Português, para além de ter sido Capitão do Estado-Maior nomeado, em 1896, Chefe de Estado-Maior em Moçambique.Regressou a Portugal em 1898, iniciou a sua atividade política e simultaneamente interessou-se pela escrita, tendo sido um dos fundadores da Revista do Exército e da Armada, ocupou o cargo de Diretor do Jornal das Colónias e fez parte da direção da Sociedade de Geografia de Lisboa,Ornelas destacou-se ainda como diplomata, nomeadamente nas missões diplomáticas à Beira e Manica, em 1896 (Exame da questão de soberania nos territórios…), ao Nyassaland Protectorate, em 1898, ou a Londres, em 1902 (Lupi, 1936, pp. 16-17).Em 1905, foi Governador do distrito de Lourenço Marques. Em 1906 pediu a demissão e regressou a Lisboa, onde assumiu o cargo de Ministro da Marinha e do Ultramar do governo de João Franco. Notabilizou-se pela sua tentativa de reformar a administração das colónias portuguesas (Lupi, 1936; Albuquerque e Pimenta, 2021). Nesse período, tornou-se Ajudante-de-Campo honorário do rei D. Carlos. Com o assassinato deste e do príncipe herdeiro, abandonou a política e exilou-se em Londres. Quando regressou, tornou-se Lugar-Tenente de D. Manuel II e assumiu a liderança da Causa Monárquica em Portugal. É autor de várias obras designadamente: A campanha das tropas portuguesas em Lourenço Marques e Inhambane (1895); as Cartas de África. Campanha do Gungunhana (1895); Raças e línguas indígenas em Moçambique (1901) e o Ultramar Portuguez (1918). 


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Referência: 2510RS036
Local: SACO RS807-9


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