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RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS, QUADRO A ÓLEO PINTADO SOBRE MADEIRA. |
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Clique nas imagens para aumentar. MILY POSSOZ.Fundação Calouste Gulbenkian. Centro de Arte Moderna. Lisboa. 1986. De 34,5x28,5 cm. Com 2 págs. e 20 folhas impressas apenas pela frente, todas não numeradas. 21 folhas acondicionadas em pastas em cartolina do editor. Profusamente ilustrado com 20 pinturas a cores de Mily Possoz. Exemplar com dedicatória datada de 1995 da família Demoustier (apelido de Jean, marido de Jeanne Lucie irmã da pintora) para SS. AA. RR. (Suas Altezas Reais) Duque e Duquesa de Bragança, na folha de rosto, e com a pasta do editor manuseada. Álbum de 20 desenhos de Mily Possoz, cedidos pela família da artista, que documentam várias fases do seu trabalho, com os seguintes desenhos: 1 - O Atelier, 2 - Rapariga e o Cão, 3 - Dançarino do Bandolim, 4 - Galo, 5 - Cães (Estudo), 6 - Gato, 7 - Gatos (Estudo), 8 - Varinas, 9 - Desenho, 10 - Figuras Populares, 11 - Figuras Populares, 12 - O 14 de Julho, 13 - Figuras, 14 - Figuras Num Parque, 15 - Manino do Moinho, 16 - Menino da Sandália, 17 - Rapariga à Janela, 18 - Rapariga com as Compras, 19 - Paisagem de Beaulieu, 20 - Gato na Cadeira. Este álbum reúne variedades de estilos: Gravuras, Guache, Aguada, Carvão e Grafite. Mily Possoz (1888–1967), foi uma artista belgo-portuguesa e uma das figuras centrais do Primeiro Modernismo em Portugal. Filha de pais belgas, nasceu nas Caldas da Rainha (ou Lisboa, segundo algumas fontes) em 1888. Iniciou os seus estudos artísticos em Portugal com Emília dos Santos Braga e, em 1904, mudou-se para Paris para estudar na Académie de la Grande Chaumière. Viveu e trabalhou extensivamente entre Paris e Lisboa. Em Paris, foi membro fundador da sociedade Jeune Gravure Contemporaine (1929), expondo ao lado de nomes como Matisse e Picasso. Destacou-se não só na pintura, mas também como uma exímia gravadora e ilustradora de livros e revistas. Em 1940, participou com obras de relevo na Exposição do Mundo Português. A sua obra é marcada por um lirismo pessoal e uma síntese modernista, apresentando influências do fauvismo e da gravura japonesa. Focou-se frequentemente no universo feminino — retratando mulheres modernas, independentes e intelectuais — além de naturezas-mortas, paisagens e cenas da vida burguesa onde animais (como gatos) surgiam frequentemente como elementos decorativos. Mily Possoz faleceu em Sintra em 1967, deixando um legado que é atualmente objeto de renovado interesse, com exposições retrospetivas patentes entre 2025 e início de 2026 no Museu Nacional de Arte Contemporânea e no MU.SA. Referência: 2506RS037
Local: M-SACO RS634-01 Caixa de sugestões A sua opinião é importante para nós. Se encontrou um preço incorrecto, um erro ou um problema técnico nesta página, por favor avise-nos.
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