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RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS, QUADRO A ÓLEO PINTADO SOBRE MADEIRA. |
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Clique nas imagens para aumentar. MISSÆ IN AGENDA DEFUNCTORUM TANTU'M DESERVIENTES PRO REGNO PORTUGALLIÆ,UBI DIE COMMEMORATIONIS OMNIUM FIDELIUM DEFUNCTORUM dici possunt tres Missæ: prima prout habetur in Missis Defunctorum primo loco, pag. 18: secunda ut in Anniversario Defunctorum, pag. 20, cum unica tantùm Oratione speciali, quæ ibi notatur dicenda hac die: tertia ut in quotidianis Defunctorum, pag. 22, cum una tantùm Oratione, quæ ibi ponitur, & notatur pro hac die, & dicitur Sequentia: Dies irae, EX MISSALI ROMANO RECOGNITO DESUMPTÆ, Cum Ordinario, & Canone ut in ipsis servatur, AD USUM, ET COMMODITATEM OMNIUM ECCLESIARUM. OLISIPONE Typis Patriarchal. FRANCISCI ALOYSII AMENO, M. DCC. LXXXII. [1782] Regiæ Curiæ Censoriæ Permissu. Vende-se nas lojas dos dous Irmãos Gonçalves Marques, Mercadores de livros na rua Bella da Rainha. In fólio de 31x21,5 cm. Com 32 págs. Encadernação da época inteira de pele, com elaboradas molduras a seco nas pastas, formadas por motivos vegetalistas e filetes com motivos tipográficos. Ilustrado com uma gravura de página inteira na página 10 ilustrando a crucificação de Jesus Cristo, aberta em chapa de metal por J. C. Silva. Vinheta em metal na folha de rosto alusiva ao purgatório, representando um triângulo resplandecente no céu que irradia sobre um conjunto de figuras humanas num mar de chamas. No final da p. 17 vinheta xilogravada. Obra impressa a vermelho e preto, com o texto disposto em duas colunas separadas por filete simples. Apresenta belas pautas musicais com notação quadrada preta não mensural sobre tetragrama vermelho. Inclui ainda iniciais decoradas com representações de paisagens e motivos florais. Exemplar com picos de traça nas pastas, folhas de guarda e primeiras folhas até à página 4, sem atingir a mancha tipográfica. Pequenas manchas de humidade na margem inferior de todas as folhas. Tem colado na margem lateral das folhas, pequenas tiras de papel a servir de marcadores, com vestígios de algumas terem já sido arrancadas. Publicado pela tipografia patriarcal de Francisco Aloysio Ameno, este pequeno missal constitui um testemunho valioso das práticas litúrgicas do século XVIII e da receção das normas tridentinas em Portugal. Além do seu interesse devocional e pastoral, destaca-se pela beleza tipográfica, típica da produção litúrgica patriarcal lisboeta. Adaptado à prática litúrgica no Reino de Portugal, este missal é destinado exclusivamente à celebração de Missas por defuntos (in Agenda Defunctorum), com especial foco na prática litúrgica do Dia da Comemoração de Todos os Fiéis Defuntos (2 de Novembro). Reflete a disciplina vigente no contexto português, onde era permitido celebrar três missas nesse dia — uma prática que só foi universalizada por Bento XV em 1915 (Incruentum Altaris), mas que em Espanha e Portugal já era permitida pela bula de Bento XIV (Cum Aliud) desde 1748. As missas seguiam um arranjo específico: a primeira conforme o texto principal das Missas de Defuntos, a segunda segundo a fórmula do Aniversário dos Defuntos, e a terceira segundo o formulário das Missas quotidianas dos Defuntos, incluindo a sequência Dies irae. Retiradas do Missale Romanum reconhecido pela Sé Apostólica, estas missas vêm ordenadas conforme o uso português, com instruções precisas para a sua recitação segundo as rubricas em vigor. O volume inclui o Ordinário e o Cânone da Missa, conforme estabelecido nas normas litúrgicas romanas, apresentando ainda uma organização clara para facilitar a celebração em todas as igrejas do reino. Joaquim Carneiro da Silva (Porto, 1727 – Lisboa, 1818) foi um proeminente gravador e desenhador português da segunda metade do século XVIII. Natural do Porto, aos 12 anos mudou-se para o Brasil, onde começou a sua formação artística sob a orientação de João Gomes. A sua educação artística prosseguiu em importantes centros culturais europeus, como Roma, Florença e Paris. Em 1762, regressou a Portugal e estabeleceu-se em Lisboa, onde desenvolveu uma carreira frutífera como gravador e mestre da Aula de Gravura da Imprensa Régia até 1788. Carneiro da Silva também lecionou Desenho, contribuindo para instituições de ensino como o Colégio dos Nobres e a Aula Régia de Desenho de Figura e Arquitetura Civil, fundada pela rainha D. Maria I. A sua vasta produção inclui gravuras, desenhos e projetos artísticos que refletem a sua habilidade técnica e a sua adaptação aos estilos artísticos da época, do barroco ao neoclassicismo. Ref.: BNP: M. 5500 V. Referência: 2407SB004
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