RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS, QUADRO A ÓLEO PINTADO SOBRE MADEIRA.

     
 
 

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SANTARÉM. (Manuel Francisco Leitão e Carvalhosa, 2º Visconde de) MEMORIAS PARA A HISTORIA, E THEORIA DAS CORTES GERAES, QUE EM PORTUGAL SE CELEBRARÃO.

Pelo Três Estado do Reino ordenadas, e compostas neste anno de 1824 pelo 2.º Visconde de Santarém, Socio da Academia Real das Sciencias de Lisboa, Membro da Commissão da Publicação das antigas Côrtes, Deputado da Junta Preparatoria Creada na conformidade da Carta de Lei de 5 de Junho de 1824, e Guarda Mor do Real Archivo da Torre do Tombo. Parte 1.ª Lisboa: Na Imprensa Regia. 1827. Com Licença.

De 23,5x17 cm. Com [ii], cclxxii, vii, [iii-vi], 324 págs. Brochado. Exemplar com danos e rasgos na lombada e nas capas, picos de acidez nas capas de brochuras, rasco na capa de brochura anterior e desgaste na lombada.

Titulo na capa: Memórias e Alguns Documentos para a História e Teoria das Côrtes Geraes.

Nova edição publicada pelo 3.º Visconde de Santarém em 1924, procedida dum estudo de António Sardinha, que se encontra nas primeiras páginas em numeração romana (cclxxii). Livraria Ferin, Torres e C.ta. Lisboa.

O 2.º Visconde de Santarém (Lisboa, 1791 - Paris, 17-01-1756) é um dos maiores eruditos e historiadores de Portugal, tendo tido também importante participação nas questões políticas, como partidário de D. Miguel.

Inocêncio V, 435: “Manuel Francisco de Barros e Sousa de Mesquita de Macedo, segundo visconde de Santarém, e Alcaide Mor da mesma vila; Senhor de vários morgados; Grã Cruz das Ordens de Cristo em Portugal, e de Carlos III de Espanha; Comendador da Torre e Espada, e de S. Tiago; Oficial da do Cruzeiro no Brasil; Oficial Mor da Casa Real Portuguesa; Ministro de Estado Honorário, Guarda-Mor do Real Arquivo da Torre do Tombo; Sócio das Academias Reais das Ciências de Lisboa, e Berlim, do Instituto de França, das Sociedades de Geografia de Berlim, Frankfurt, Londres, Paris e S. Petersburgo; do Instituto Histórico e Geográfico do Brasil. Nasceu em Lisboa (?) a 18 de Novembro de 1791, e morreu em Paris a 18 de Janeiro de 1856, segundo se lê no Almanach de Portugal do referido ano, ao passo que em alguns artigos necrológicos vi, ao seu falecimento, a data de 17 de Dezembro de 1855. No Dictionnaire Général de Biographie et d"Histoire de MM. Dezobry et Bachelet, tomo II, pag. 2392, vem uma curta notícia a seu respeito, e nela se encontram entre outras inexactidões, a de que fora nomeado Ministro de Estado em 1828 pelo sr. D. Miguel, quando é certo que este só o conservou como já era desde 1827, durante o regimen da Carta. A propósito do seu ministério, é notável o parecer dado por ele em ofício de 24 de Março de 1833 (transcrito depois na Crónica Constitucional de Lisboa, de 17 de Setembro do mesmo ano) dirigido ao Duque de Lafões, e concernente ao modo de realizar um projecto de capitulação, de que houvera ideia por parte do Duque de Bragança, e do seu exército então estreitamente sitiados no Porto".

 

 


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Referência: 2407DG028
Local: SACO DG128-2


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