RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS, QUADRO A ÓLEO PINTADO SOBRE MADEIRA.

     
 
 

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COELHO. (Francisco Adolfo) OS CIGANOS DE PORTUGAL. [1.ª EDIÇÃO]

Com um estudo sobre o calão. Memoria destinada á X Sessão do Congresso Internacional dos Orientalistas por F. Adolpho Coelho. S. S. G. L. Imprensa Nacional. Lisboa. 1892.

De 25,2x17,3 cm. Com [viii], 302, [i] págs. Encadernação com lombada e cantos em pele, com nervos e ferros a ouro. Ilustrado em extratexto com fotogravuras de uma família cigana do Alentejo e de diversos ciganos de Lisboa.

Exemplar com dedicatória do autor onde se lê: «Ao meu velho amigo Lopes Praça [...]» datada de 1895, na folha de guarda anterior. Tem pequenos rasgos à cabeça da lombada e manchas nas pastas.

Obra publicada por iniciativa da Sociedade de Geografia de Lisboa e apresentada ao Congresso Internacional dos Orientalistas. É composta por três partes: um estudo linguístico sobre o dialecto falado pelos ciganos em Portugal; as relações do calão e da gíria portuguesa com a língua dos ciganos; e um esboço histórico e etnográfico sobre este povo em Portugal e no Brasil. Nas páginas 229 a 269 transcreve 38 documentos dos séculos XVI a XIX, sobre os ciganos.  

Francisco Adolfo Coelho (Coimbra, 1847 – Carcavelos, 1919) foi um pedagogo, filólogo e escritor português — figura-chave da intelectualidade portuguesa dos finais do século XIX. Frequentou o liceu em Coimbra, tendo-se matriculado com 15 anos em Matemática na Universidade, mas, insatisfeito com o ambiente que aí encontrou, acaba por abandonar os estudos universitários e adotar um programa de estudos criado por si próprio e centrado em autores alemães. Foi professor no Curso Superior de Letras, director da Escola Primária Superior de Rodrigues Sampaio, criada por sua iniciativa e exerceu também actividades docentes na Escola Normal Superior de Lisboa. Realizou notáveis trabalhos em pedagogia, linguística, etnografia e antropologia. Colaborou em diversas publicações periódicas, nomeadamente: Renascença, O Pantheon, Froebel, Branco e Negro, Serões e ainda no Jornal dos Cegos.

José Joaquim Lopes Praça (Alijó, 1844 - Montemor-o-Novo, 1920), ilustre filósofo, historiador, jornalista, ensaísta, constitucionalista, docente da Faculdade de Direito de Coimbra e mestre de Filosofia do malogrado príncipe D. Luís Filipe, iniciou a atividade profissional como docente de estudos secundários em Montemor-o-Novo poucos meses após a sua formatura em Direito.


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Referência: 2308PA167
Local: SACO NM007-08


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