RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS, QUADRO A ÓLEO PINTADO SOBRE MADEIRA.

     
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MALDONADO. (Padre Manuel Luís) FENIX ANGRENCE. [3 VOLS.]

Transcrição e notas de Helder Fernando Parreira de Sousa Lima. 1.º Volume [2.º e 3.º Volume]. Instituto Histórico da Ilha Terceira. Angra do Heroísmo. 1989, 1990 e 1997.

3 Volumes de 24,5x17 cm. Com 406, [i]; 717; 611 págs. Brochados. Ilustrados em extratexto sobre papel couché com fac-símiles da primeira folha do manuscrito de cada um dos livros (Livro Primeiro, Livro Segundo, Livro Terceiro). Na capa: Fénix, desenho do autor existente na «Fenix Angrence», Parte Genealógica, Códice Canto e Castro (ou Tovar).

Exemplar apresenta perca de cor nas lombadas do volume I e II e falta da folha de anterrosto no terceiro volume.

Edição subsidiada pela Secretaria Regional da Educação e Cultura - Governo Regional dos Açores, pelo Programa de Investigação da Comissão Nacional para a Comemoração dos Descobrimentos Portugueses, e pela Fundação Oriente.

«Fenix Angrence é uma obra do padre Manuel Luís Maldonado, que embora verse sobre a genealogia e a história dos Açores em linhas gerais, dedica grande parte da sua atenção à ilha Terceira.

A obra foi escrita entre 1683 e 1711, uma vez que os últimos capítulos se encontram incompletos, presumivelmente pela morte do autor. Além de uma extensa descrição genealógica, que relaciona as principais famílias das ilhas, a obra, na sua parte histórica, divide-se em três partes: Livro Primeiro - Do Século de Quatrocentos, subdividido em alentos, cada um correspondendo a uma década, iniciando-se em 1450; Livro Segundo - Do Século de Mil e Quinhentos, subdividido em alentos, cada um correspondendo a uma ou mais décadas; Livro Terceiro - Do Século de Seiscentos, subdividido em alentos, cada um correspondendo a uma década, terminando na Dezena de 1690.

A obra termina por um Epítome das Ilhas dos Açores, incompleto. Acompanha a narrativa um largo acervo de transcrições de documentos, muitos hoje perdidos, que vão consubstanciando e integrando o texto do autor. Após a morte do autor, o manuscrito, apenas assinado com um anagrama, foi legado a um sobrinho, tendo permanecido esquecido durante muito tempo, não havendo notícia segura da sua trajetória.

As primeiras referências impressas surgem ao final do século XVIII, sendo o nome 'Maldonado' confundido com 'Machado', referido apenas como um genealogista, como em António Caetano de Sousa ('Aparato Genealógico da Casa Real Portuguesa') e Diogo Barbosa Machado ('Biblioteca Lusitana Histórica, Crítica e Cronológica'). É a Francisco Ferreira Drummond ('Anais da Ilha Terceira') que se deve a primeira referência mais aprofundada ao texto da Fenix Angrence, o que contribuiu em muito para o posterior interesse pela obra. O manuscrito permaneceu inédito até 1989, quando Hélder Fernando Parreira de Sousa Lima o transcreveu e o anotou, sendo depois publicado em três volumes, pelo Instituto Histórico da Ilha Terceira, com o apoio do Governo dos Açores». (Wikipedia)


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Referência: 2207RS004
Local: I-138-F-11


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