RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS, QUADRO A ÓLEO PINTADO SOBRE MADEIRA.

     
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HOLANDA. (Francisco de) QUATRE DIALOGUES SUR LA PEINTURE.

[Por]...Portugais. Mis en français par Léo Rouanet. Portrait de Michel-Angel et frontispice d´aprés les dessins originaux de Francisco de Hollanda. Libraire Honoré Champion, Éditeur. Paris. MCMXI [1911].

De 19,5x12 cm. Com [iv], xxxiii, [vi], 237, [ii] págs. Encadernação em pele inteira com ferros a ouro na lombada  e nas pastas com inscrição de título e autoria. Conserva capas de brochura. Folhas de guarda com elaborado padrão decorativo.

Ilustrado em extratexto com retrato de 'Michel-Angel' e uma segunda reprodução do mesmo, assim como um frontispício segundo os desenhos originais de Francisco de Holanda a preto e branco impressos sobre papel couchê.

Exemplar com ex-libris duplicado no interior da pasta anterior e no interior da capa de brochura anterior, com a inscrição 'AGITADO COMO A LUA NA ÁGUA', marcas de oxidação e marcas de desgaste na lombada, nas pastas e nos cantos das pastas, danos no interior da lombada com a capa de brochura e folha de guarda anteriores ligeiramente separadas do corpo do volume, manchas de humidade, picos de acidez e marcas de foxing no interior.

Il a été tiré de la rpésente édition: 500 exemplaires plus 6 exemplaires sur Hollande.

Segundo Maria Teresa Viana Lousa na sua Tese de Doutoramento em Belas Artes pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, sob  título 'Francisco de Holanda e a Ascenção do Pintor', em referência também a outra das obras do autor, 'O Da Pintura Antiga e os Diálogos compõe uma unidade, trata-se de um só texto que contém dois livros, cada um com o seu prólogo. Do ponto  de vista formal, está dividida em duas partes: no primeiro livro, Holanda expõe a sua teoria acerca da pintura e do pintor do ponto de vista filosófico, metafísico e estético. O Segundo Livro é um texto constituído por quatro diálogos onde vultos importantíssimos do Renascimento participam. Personalidades como Miguel Ângelo e Vitória Colonna argumentam com o próprio Francisco de Holanda num estilo tipicamente cortesão acerca de preceitos e aspectos mais práticos e sociais da pintura, em forma de diálogo. Apesar desta unidade, eles são portanto distintos e consideradas obras autónomas, não deixando de ser um todo ideologicamente homogéneo.'

Francisco de Holanda, originalmente Francisco d'Olanda, (Lisboa, 1517 - Lisboa, 1585) foi um humanista, arquitecto, escultor, desenhador, iluminador e pintor português. Considerado um dos mais importantes vultos do renascimento em Portugal, também foi ensaísta, crítico de arte e historiador.

 

 

 

Referência: 2204IR256
Local: I-215-F-9


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