RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS, QUADRO A ÓLEO PINTADO SOBRE MADEIRA.

     
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CAMÕES. (Luís Vaz de) OS LVSIADAS DE LVIS DE CAMOES [1609]

Principe da Poesia Heroica. Dedicados ao D. Dom Rodrigo da Cunha, Deputado do S. Officio. Impressos com licença da Sancta Inquisição, & Ordinario. Em Lisboa, Por Pedro Crasbeeck: Anno 1609. Com priuilegio, à custa de Domingos Fernandez liureiro.

In 8º de 20x15,1 cm. Com [ii], 186 fólios. Encadernação recente em pergaminho flexível da época. Cortes das folhas carminados. Folhas de guarda em papel branco.

Ilustrado com o brazão de D. Rodrigo da Cunha, que ocupa três quartos da folha de rosto, com elmo, encimado pelo timbre, um dragão alado e enquadrado por paquife constituído por ramagens, que se espalham pelo escudo.

Impressão em caracteres itálicos, de dois tamanhos diferentes, em que os mais pequenos permitem um espaço entre cada oitava, e os maiores obrigam a que as oitavas estejam todas seguidas sem espaços entre si. Depois das primeiras 42 folhas em itálico segue-se um conjunto de folhas com o texto em caracteres redondos e, até ao fim do livro, alternam os dois tipos terminando com o texto impresso em caracteres itálicos nas duas últimas folhas. Está ornamentado com iniciais decoradas na dedicatória e no início de cada um dos cantos e com uma tarja de remate com motivos arquitectónicos no fim do canto primeiro.

Exemplar com assinatura de posse em caligrafia do início do século XVIII no pé da folha de rosto (D. Tivisco[?] Gomez Piñero. Anno 1710.) e uma assinatura em letra coeva no fim da dedicatória, (RuFran.cisco[?] de Valverde) na frente do fólio 2. Tem pequenos sinais em tinta coeva, por vezes em forma de cruz deitada, para assinalar determinados versos ao longo de todo o poema.

Tendo em conta que as edições de Domingos Fernandes se caracterizam pelo uso de papel de fraca qualidade o presente exemplar está em muito bom estado, o que não acontece na maior parte dos outros exemplares existentes, como por exemplo o da Biblioteca Nacional do Brasil, afectado por graves danos.

O presente exemplar apresenta algum acastanhamento natural das folhas de papel e pequenos picos de humidade.

Este exemplar está completo mas, como todos os livros da época, apresenta muitas gralhas tipográficas na numeração das folhas nomeadamente: 15 por 13, 47 por 43, 38 por 51, 64 por 62, 76 por 80; 85, 86, 87, 88 por 84, 85, 86, 87; 97 por 96; 101 por 110; 112 por 114; 107 por 120; 125 por 127; 11 por 140; e a página 143 sem numeração.

Estas gralhas na numeração das folhas permitirão identificar as variantes desta edição, num futuro estudo comparativo, que é muito necessário devido à complexidade da questão.

As folhas preliminares incluem a dedicatória de Domingos Fernandes a D. Rodrigo da Cunha, no verso da folha de rosto e que termina na frente do segundo fólio, no verso deste fólio estão as licenças, que incluem aprovação de Fr. António Freire, licença para se imprimir do Santo Ofício, assinada por Marcos Teixeira e Ruy Pires da Veiga, licença do ordinário assinada por [João] Saraiva e licença da mesa do Desembargo do Paço assinada por Damião de Aguiar e por Costa.

Edição dos Lusíadas raríssima, em especial no comércio, e de excepcional valor para a cultura portuguesa, nomeadamente para os estudos de fixação crítica do texto do poema épico, para o estudo da tipografia portuguesa do século XVII e para a história do livro. Se não forem descobertas outras é a 7ª edição do poema, tendo sido as anteriores publicadas em 1572, 1584, 1586 (contrafacção da 1ª edição) 1591, 1597 e 1607.

É um elemento fundamental para o estudo das edições de Domingos Fernandes que futuramente deverá ser feito, a exemplo do que foi realizado por Jackson sobre as duas edições com data de 1572. Para isso será necessária a comparação de todos os exemplares existentes, incluindo os tipos de papel usados, através do confronto das marcas de água, que no presente exemplar é uma mão a apontar na vertical.

Edição do livreiro Domingos Fernandes da qual existe pelo menos mais outra com a mesma data e que ele mandou imprimir pelos tipógrafos Pedro Crasbeeck e Vicente Alvarez o que explica os diferentes caracteres usados na impressão segundo Hue, (2010: 107-108). As edições das Rimas também apresentam a mesma alternância de diferentes caracteres tipográficos segundo Dias. A edição tal como a outra do mesmo ano (1609) segue o texto da edição de 1572 com algumas alterações.

O presente exemplar pertence à edição mais rara, que se caracteriza por ter o texto impresso alternadamente em caracteres itálicos e redondos. Essa alternância é pormenorizadamente descrita por Brito Aranha na continuação do Dicionário de Inocêncio, no volume XIV, páginas 46 e 47. Este bibliógrafo foi o primeiro a defender que os exemplares com data de 1609 pertencem a duas edições diferentes e não são variantes de uma mesma edição. A outra edição que foi publicada na mesma data é menos rara e distingue-se por ter o texto todo impresso com caracteres itálicos.

No entanto, qualquer uma das edições de 1609 é muito rara pois não estão registadas nos principais catálogos de leilões e livreiros tais como: Azevedo e Samodães, Monteverde, Nepomuceno, Condessa da Azambuja, Fernandes Tomás, Delfim Guimarães, nem em Brunet ou no estudo sobre os Crasbeeck da autoria do Prof. Alves Dias.

A BNP, possui 3 exemplares e existe mais um exemplar desta edição na BGUC - Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra. A Biblioteca Municipal do Porto possui 1 exemplar, existe outro exemplar, na Biblioteca de Ponta Delgada, que pertenceu a José do Canto.

No site do projecto Iberian Books estão registados um total de 31 exemplares das edições de 1609, com indicação das bibliotecas onde estão custodiados, mas sem que vários deles tenham sido cotejados. Estão disponíveis cópias digitais do exemplar da Biblioteca do Rio de Janeiro, igual a este e o da Biblioteca Foral de Bizkaia, que pertence à outra edição publicada no mesmo ano, com o texto todo em itálico.

Os Lusíadas são o maior poema épico do renascimento. Com dez cantos compostos por oitavas reais, estrofes de oito versos decassílabos, exalta os feitos dos portugueses (os lusíadas), que culminaram na descoberta do caminho marítimo para a Índia e no estabelecimento do domínio total do Oceano Índico durante um século.

A narrativa da viagem é ornamentada pelo recurso à mitologia clássica e nela são inseridas outras narrativas que descrevem a História de Portugal e episódios célebres pelo intenso dramatismo e lirismo, como o do Gigante Adamastor ou o de Inês de Castro, sendo antecedida de uma magnífica dedicatória ao Rei D. Sebastião e encerrada por uma brilhante exortação final ao jovem rei.

Mas o poema não se esgota numa obra meramente patriótica, o que já seria muito, tem um significado muito mais amplo que toca as pessoas cultas de todos os países - veja-se as numerosas traduções em todas as línguas - pois é a celebração exaltada do esforço humano que vence todos os obstáculos e a descrição do primeiro encontro com grande número de povos que até aí eram completamente desconhecidos.

Por outro lado, o poeta faz algo único em epopeias, toma várias vezes a palavra para refletir, queixar-se, exortar e mesmo criticar alguns dos aspectos dos próprios heróis que imortalizou no seu poema, chegando a dar a palavra a uma personagem, como o Velho do Restelo, que contesta drasticamente a validade da própria matéria épica. Os Lusíadas adquirem assim uma marcada modernidade, que ainda mais eleva os cumes atingidos por esta obra imortal.

Para se ter consciência do excepcional valor literário dos Lusíadas é necessário ter presente que o renascimento colocou como paradigmas da criação poética os géneros literários do mundo clássico, com a respectiva hierarquia, ou seja, a epopeia como o género mais nobre e elevado, sendo o desejo supremo dos poetas e a grande expectativa dos leitores cultos, a composição de um poema que igualasse os modelos clássicos de Homero e Virgílio e cumprisse as normas codificadas por Aristóteles.

Foram numerosas as tentativas para alcançar tal realização em todos os países, durante os séculos XV e XVI. Coube a Luís Vaz de Camões realizar a expectativa de todo o mundo culto da sua época, criando o maior poema épico dos tempos modernos.

Em Camões combinaram-se a excelência e o brilhantismo da enunciação poética com o facto de em Portugal todos estarem conscientes de existir a matéria épica criada pelos incríveis feitos dos cientistas, navegadores e guerreiros portugueses, que urgia cantar.

D. Rodrigo da Cunha (Lisboa, 1577 - 1643) foi uma figura fundamental da primeira metade do século XVII, e um dos participantes mais importantes na Revolução do Primeiro de Dezembro de 1640. Foi Bispo de Portalegre (1615-1618), Bispo do Porto (1618-1626), Arcebispo de Braga (1626-1634) e Arcebispo de Lisboa (1635-1642). Uma sua faceta menos conhecida é a paixão pela poesia e a sua actividade de mecenas de poetas, escritores e livreiros.

Domingos Fernandes foi livreiro da Biblioteca da Universidade de Coimbra e, como declara nas suas dedicatórias que se tornaram cada vez mais extensas, estava em grande dívida com D. Rodrigo da Cunha, pois este salvou-o de problemas com a Inquisição quando, no início da sua carreira eclesiástica, desempenhava as funções de Deputado do Santo Ofício. Fernandes comprou os direito de imprimir e vender obras de Camões à viúva de Estevão Lopes (primeiro editor das rimas) e publicou numerosas edições dos Lusíadas e das Rimas entre 1607 e 1616. Foi ele que criou o epíteto de Camões, Príncipe da Poesia Heróica. 

Pedro Craesbeck (Lovaina, ca. 1552 - Lisboa, 1632), discípulo de Plantin, foi um dos mais notáveis e importantes tipógrafos a trabalhar em Portugal, para onde veio em 1590, e foi o fundador de um dinastia de tipógrafos que continuou o seu trabalho durante mais de um século.       

 In 8º. 20x15.1 cm. [ii], 186 folios. Recent binding in contemporary flexible parchment. Red edges. White endpapers.

Illustrated with the coat of arms of Dom Rodrigo da Cunha, which occupies three-quarters of the title page, with helmet, topped with a winged dragon and framed by a mantle made up of branches, which spread over the shield.

Printed in italic characters of two different sizes, allowing the smaller ones a space between each octave, and the larger ones requiring that all octaves have no spaces between them. The first 42 leaves in italics are followed by a set of pages with the text printed in round characters and, until the end of the book, the two types alternate, ending with the text printed in italics on the last two folios. It presents  decorated initials in the dedication and at the beginning of each “canto”,  and also a finishing strip with architectural motifs at the end of the first “canto”.

The copy has a manuscript ownership title with caligraphy from the early 18th-century at the foot of the title page (D. Tivisco[?] Gomez Piñero. Anno 1710.) and a signature in contemporary handwriting at the end of the dedication, (RuFran.cisco[?] de Valverde) on the front of folio 2. It has small contemporary marks in ink, sometimes in the form of a lying cross, to signal certain verses throughout the poem.

Bearing in mind that the editions by Domingos Fernandes are characterised by the use of poor quality paper, the present copy is in very good condition, which is not the case of most of the other existing copies, such as the one from the National Library of Brazil, affected by serious damage.

The present copy shows some natural browning of the paper and minor moisture marks.

This copy is complete but, like all books of the period, it presents many printing mistakes in the numbering of the pages, namely: 15 for 13, 47 for 43, 38 for 51, 64 for 62, 76 for 80; 85, 86, 87, 88 for 84, 85, 86, 87; 97 for 96; 101 for 110; 112 for 114; 107 for 120; 125 for 127; 11 for 140; and page 143 with no numbering.

These typos in the numbering of the pages will make it possible to identify the variants of this edition in a future comparative study, which is quite needed due to the complexity of the subject.

The preliminary pages include the dedication by Domingos Fernandes to Dom Rodrigo da Cunha, on the verso of the title-page and ending on the front of the second folio; on the verso of this folio are the licences, which include approval by Friar António Freire, licence to print by the Holy Office, signed by Marcos Teixeira and Ruy Pires da Veiga, licence of the ordinary signed by [João] Saraiva and licence of the table of the Desembargo do Paço signed by Damião de Aguiar and by Costa.

This edition of the Lusíadas is extremely rare, especially in commerce, and of exceptional value for the Portuguese culture, namely for studies of the critical fixation of the text of the epic poem, for the study of 17th century Portuguese typography and for the history of books. If no other editions are discovered, this is the 7th edition of the poem, the previous ones having been published in 1572, 1584, 1586 (counterfeit of the 1st edition), 1591, 1597 and 1607.

This is a key element for the study of the editions of Domingos Fernandes, which should be carried out in the future, as Jackson did with the two editions from 1572. This will require a comparison of all existing copies, including the types of paper used by comparing the watermarks. The watermatk of the present copy is a hand pointing vertically.

Edition by the bookseller Domingos Fernandes, existing at least another one with the same date that he commissioned to the printers Pedro Crasbeeck and Vicente Alvarez, which explains the different characters used in the printing according to Hue, (2010: 107-108). The editions of the Rhymes also present the same alternation of different typographic characters according to Dias. Both 1609 editions follow the text of the 1572 edition with some changes.

The present copy belongs to the rarer edition, which is characterized by having the text alternately printed in italic and round characters. This alternation is described in detail by Brito Aranha, in the continuation of the Dicionário de Inocêncio, in volume XIV, pages 46 and 47. This bibliographer was the first to argue that the copies dated 1609 belong to two different editions and are not variants of the same edition. The other edition published in the same year is less rare and has the whole text printed in italics.

However, any of these 1609 editions is still quite rare since they are not registered in the catalogues of the main auction houses and booksellers, such as Azevedo e Samodães; Monteverde; Nepomuceno; Condessa da Azambuja; Fernandes Tomás; and Delfim Guimarães, nor in Brunet or in the study on Crasbeeck by Prof. Alves Dias.

The BNP has three copies and there is another copy of this edition in the BGUC - General Library of the University of Coimbra. The Oporto Municipal Library has one copy and there is another copy in the Ponta Delgada Library, which belonged to José do Canto.

On the site of the Iberian Books project it is registered a total of 31 copies of the 1609 editions, with the libraries where they are held, but several of them have not been collated. Digital copies are available from the copy belonging to the Library of Rio de Janeiro, which is the same as this one, and the one from the Foral Library of Bizkaia, which belongs to the other edition published in the same year, with all the text in italics.

The Lusiads is the greatest epic poem of the Renaissance. With ten cantos composed of octaves, stanzas of eight decasyllable verses, it extols the deeds of the Portuguese (the Lusíadas), which culminated in the discovery of the sea route to India and the establishment of total domination of the Indian Ocean for a century.

The narrative of the journey is embellished by the use of classical mythology and other narratives inserted, describing the History of Portugal and famous episodes for their intense drama and lyricism, such as the one of the Giant Adamastor or that of Inês de Castro, being preceded by a magnificent dedication to King D. Sebastião and closed by a brilliant final exhortation to the young king.

But the poem is not a merely patriotic work, which would already be enough. It has a much wider meaning, which touches the cultured people of all countries - hence the numerous translations in all languages - because it is the celebration of the human effort that overcomes all obstacles and the description of a great number of peoples who were, until then, completely unaware of each other.

On the other hand, the poet does something unique in epics. He takes the floor several times to reflect, complain, exhort, and even criticise some of the aspects of the very heroes he has immortalised in his poem, even giving voice to a character, the Old Man of Restelo, who drastically contests the validity of the epic material itself. The Lusiads thus acquires a marked modernity, which further elevates the summits reached by this immortal work.

In order to be aware of the exceptional literary value of the Lusiads, it is necessary to bear in mind that the Renaissance set the literary genres of the classical world as paradigms of poetic creation, with their respective hierarchy, i.e. the epic as the noblest and most elevated genre, being the supreme desire of the poets, and the great expectation of the educated readers, the composition of a poem that would equal the classical models of Homer and Virgil and would fulfil the norms codified by Aristotle.

During the 15th and 16th centuries there were many attempts in every country to achieve that goal, and it was Luís Vaz de Camões that fulfilled the expectation of the whole cultured world of his time, by creating the greatest epic poem of modern times.

Camões combined the excellence and brilliance of the poetic enunciation with the fact that in Portugal everyone was aware of the existence of the epic material created by the incredible deeds of the Portuguese scientists, navigators, and warriors, which urgently needed to be told.

 D. Rodrigo da Cunha (Lisbon, 1577 - 1643) was a key figure of the first half of the 17th century, and one of the most important participants in the Revolution of December 1, 1640. He was Bishop of Portalegre (1615-1618), Bishop of Oporto (1618-1626), Archbishop of Braga (1626-1634) and Archbishop of Lisbon (1635-1642). A lesser known fact is his passion for poetry and his activity as a patron of poets, writers and booksellers.

Domingos Fernandes was bookseller of the Library of the University of Coimbra and, as he declares in his dedications that became increasingly extensive, he was greatly indebted to D. Rodrigo da Cunha, as the latter saved him from problems with the Inquisition when, at the beginning of his ecclesiastical career, he was deputy of the Holy Office. Fernandes bought the rights to print and sell Camões' works from Estevão Lopes' widow (the first editor of the rhymes) and published numerous editions of the Lusíadas and the Rhymes between 1607 and 1616. It was he who created the epithet of Camões, Prince of Heroic Poetry.

Peter Craesbeck (Louvain, ca. 1552 - Lisbo, 1632), a disciple of Plantin, was one of the most notable and important printers working in Portugal, where he arrived in 1590, and was the founder of a dynasty of printers who pursued his work for over a century.

ESTUDOS/STUDIES:

ALMEIDA, Isabel - Edições dos séculos XVII e XVIII. In: A Biblioteca Camoniana de D. Manuel II. Camões nos prelos de Portugal e da Europa (1563 - 2000). Imprensa da Universidade de Coimbra. 2015.

DIAS, João José Alves - Em torno das Rimas de Camões (1595 - 1616) A Colecção da Biblioteca Nacional. In: Oceanos, nº 23. Comissão Nacional para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses. Lisboa. 1995.

JACKSON, K. David - Camões and the first edition of The Lusiads, 1572, University of Massachussets, Dartmouth, 2003.

HUE, Sheila Moura - Domingos Fernandes e as peripécias de um editor camoniano. Floema - Ano VI, n. 7, p. 101-121, jul./dez. 2010, p. 105.

REF.:

Iberian Books B70413 [23611] versão mais comum (most common version); B95736 [23612] versão mais rara (rarest version).

USTC, nº 5024440.

Arouca, nº C, 47 e 48.

Biblioteca de D. Manuel II, 635 e 637.

Avila Perez, 1077, (variante mais rara, com reprodução da folha de rosto) (rarer variant, with reproduction of the title page).

2º Escrínio Bibliográfico do Dr. Rodrigo Veloso, Nº 1102 (com falta de páginas) (with missing pages).

Palha, II, 1621 - Exemplares das duas versões/ Copies of both versions.

Pinto de Matos, p. 92, paginação errada/ wrong pagination.

Inocêncio V, 253, com paginação/wrong pagination.

Inocêncio XIV, 43-46, refere os exemplares existentes na época e apresenta uma descrição de um exemplar da versão mais rara/ mentions the existing copies at the time and gives a description of a copy of the rarest version.


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Referência: 2201PG002
Local: M-10-D-36


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