RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS, QUADRO A ÓLEO PINTADO SOBRE MADEIRA.

     
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MANUEL DE MELO. (D. Francisco) CARTAS FAMILIARES. [2 OBRAS]

Selecção, prefácio e notas pelo prof. M. Rodrigues Lapa. Colecção de Clássicos Sá da Costa. Livraria Sá da Costa Editora. Lisboa. 1937.

2 obras encadernadas em um volume de 19,5x13 cm. Com xxvii, 289, [ii]; xxxi, 259 págs. Encadernação com lombada em pele, com nervos e ferros a ouro. Corte das folhas carminado à cabeça. Preserva as capas anteriores de brochura e a posterior da segunda obra.

Exemplar com etiqueta do encadernador no verso da pasta anterior e etiqueta de cota na folha de anterrosto.

Terceira edição, com base na primeira feita em Roma, em 1664. Dispõe 115 cartas por ordem cronológica, salvo as quatro primeiras, escritas a Azevedo, que iniciam a colectânea por darem uma ideia geral da maneira como as cartas foram recolhidas. Compreende também uma carta (ou oração) dirigida «aos seus consócios da Academia sôbre a maneira de editar os poetas antigos», extraída do estudo biográfico de Edgar Prestage.

D. Francisco Manuel de Melo é um dos maiores escritores portugueses, autor de uma vasta obra em Português e Castelhano. As cartas familiares reúnem quase toda a sua correspondência assim como peças de crítica literária, dedicatórias, assuntos relativos à diplomacia, à política, ao estudo da história, sendo muito numerosas as cartas de cortesia e as de pêsames. 

Tem junto: CHAGAS. (Frei António das). CARTAS ESPIRITUAIS. Selecção, prefácio e notas pelo Prof. M. Rodrigues Lapa. Colecção de Clássicos Sá da Costa. Livraria Sá da Costa Editora. Lisboa. 1939.

Ilustrado no texto, em face da folha de rosto, com um retrato do autor.

Terceira edição anotada, que reúne um conjunto de 100 cartas, com base tanto na primeira como na segunda edição. São excepcionais documentos literários da prosa do século XVII e do estilo barroco cultivado com brilhantismo pelo autor.

Frei António das Chagas é o nome que adoptou ao entrar, em 18 de Maio de 1662, na Ordem dos Franciscanos, António da Fonseca Soares (Vidigueira, 1631 - Varatojo, 1682) deixou vasta obra de poesia profana e de poesia religiosa e prosa como cartas, sermões e tratados religiosos.

Referência: 2101RS437
Local: I-14-E-20


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