RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS, QUADRO A ÓLEO PINTADO SOBRE MADEIRA.

     
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SCHLEY. (Jacob van der) HOTTENTOTS NAMAQUAS. NAMAQUAS HOTTENTOTTEN.

Gravura a cores de 22,5x16,5 cm. Acondicionada em moldura de 34x28 cm. em madeira dourada, com pass-partout em cartolina beje com esquadrias.

Bela gravura colorida que mostra, no primeiro plano, no lado esquerdo, um casal de Hotentotes, o homem com uma lança e um arco com flechas e a mulher com uma capa e um filho transportado às costas como é costume em África. No centro duas crianças seguram o manto da mulher e um outro casal está sentado no chão do lado direito. Aos pés dos personagens corre um riacho e em fundo é visível uma luxuriante floresta com diversos tipos de árvores no lado direito e uma cadeia de montanhas no lado esquerdo.  

A gravura foi delineada para ilustrar a obra Histoire Générale des Voyages de Prévost, provávelmente para a edição de Haia de 1755 ou Paris 1747-1748: Vol. 5: Suite du Livre Treizième et dela description des Royaumes de Congo, d"Angola, de Benguela, et des Pays voisins. - 1748. - viii, 564 p.   

Os Hotentotes e os Namaquas são povos que habitam a região da actual Namíbia, o sul de Angola e partes do Botswana na costa ocidental de África. São dos mais antigos povos a habitar o continente Africano e não pertencem aos povos Banto, que chegaram à parte sul da África apenas há cerca de 1000 a 500 anos. A designação própia destes povos é Cóis, dedicam-se à pastorícia e as investigações genéticas mais recentes mostraram que são uma das mais antigas comunidades humanas. 

Durante o domínio alemão da Namíbia, então designada por Sudoeste Africano, estes povos foram vítimas de um genocídio por parte das forças alemãs de ocupação, que foi considerado o primeiro genocídio do século XX.              

Jacobus van der Schley (Amsterdão 1715 - 1779) Desenhista e gravador holandês. Estudou com Berard Picart (1673-1733), cujo estilo o influenciou. A maioria dos seus trabalhos foram gravuras de retratos e ilustrações para livros. Entre as mais notáveis gravuras realizadas para ilustrar livros encontram-se: La Vie de Marianne, por Pierre Carlet de Chamblain de Marivaux (1688-1763), publicado em The Hague entre 1735 e 1747, gravou os frontispícios para a edição em 15 volumes das obras completas de Pierre de Brantôme (1540-1614): Oeuvres du seigneur de Brantôme, publicadas em Haia em 1740 e em especial as notáveis gravuras para as edições de Haia, de 1746 e 1755, da Histoire Générale des Voyages de Prévost.  

 22,5x16,5 cm colour engraving. In 34x28 cm. gilt wood frame, with beige cardboard pass-partout.

Beautiful colourful engraving showing, in the foreground, on the left side, a couple of Hottentots, the man with a spear and a bow with arrows and the woman with a cape and a child carried on her back as is usual in Africa. In the centre two children hold the woman's cloak and another couple are sitting on the floor on the right side. At the feet of the characters runs a stream and, in the background, a luxuriant forest with several types of trees on the right side and a mountain chain on the left side.

The engraving was designed to illustrate the work Histoire Générale des Voyages de Prévost, probably for the 1755 edition of The Hague or Paris 1747-1748: Vol. 5: Suite du Livre Treizième et dela description des Royaumes de Congo, d´Angola, de Benguela, et des Pays voisins. - 1748. - viii, 564 p.

The Hottentots and Namaquas are people who inhabit the region of present-day Namibia, southern Angola and parts of Botswana on the west coast of Africa. They are among the oldest peoples to inhabit the African continent and do not belong to the Bantu people, who arrived in the southern part of Africa only about 1000 to 500 years ago. They are called Khoekhoe, they are pastoralists and the most recent genetic research has shown that they are one of the oldest human communities.

During the German rule of Namibia, then called South West Africa, these peoples were victims of genocide by the German occupying forces, which was considered the first genocide of the 20th century.

Jacobus van der Schley (Amsterdam 1715 - 1779) Dutch designer and engraver. He studied with Berard Picart (1673-1733) whose style influenced him. Most of his works were portrait prints and book illustrations. Among the most remarkable prints made to illustrate books are La Vie de Marianne, by Pierre Carlet de Chamblain de Marivaux (1688-1763), published at The Hague between 1735 and 1747, engraved frontispieces for the 15-volume edition of Pierre de Brantôme's complete works (1540-1614): Oeuvres du seigneur de Brantôme, published at The Hague in 1740, and in particular the notable prints for the 1746 and 1755 The Hague editions of “Histoire Générale des Voyages” de Prévost.

Referência: 2011PG088
Local: PENDURADO JUNTO AO GRAV.


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