RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS. Quadro a óleo pintado sobre madeira.

     
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PATO MONIZ. (Nuno Alvares Pereira) AGOSTINHEIDA, POEMA HEROI-CÓMICO,

Em 9 Cantos. Dissimulare etiam sperasti, perfide, tantum/Posse nefas?...Virg. En. L. 4º. LONDRES: Impresso por W. Flint, Old Bailey. 1817.

In 8º de 17,7x11 cm. Com vii, 182 págs. Encadernação da época com a lombada em pele com ferros a ouro. Exemplar com assinatura de posse coeva de Castro Moraes na folha de rosto.

Primeira edição rara deste poema herói cómico obra satírica em verso contra José Agostinho de Macedo publicada anónima. Uma segunda edição foi publicada em 1833.

Neste poema satírico Pato Moniz ataca violentamente Macedo tanto do ponto de vista literário e político como pessoal. A obra é a parte mais notável de um longo e violento conflito entre o autor e José Agostinho de Macedo que começou logo no início do século XIX. Os dois autores escreveram grande número de artigos e folhetos um contra o outro e Macedo retratou Pato Moniz no poema satírico Os Burros. Para este conflito, além do caracter dos dois autores, contribuiu o facto de Moniz pertencer à maçonaria e Macedo ter um especial ódio a essa sociedade secreta.

Nuno Álvares Pereira Pato Moniz (Arco do Cego, Lisboa 1778 - Ilha do Fogo, Cabo Verde, 1826) poeta, escritor, jornalista e político. Herdeiro de alguns bens de seu pai, viveu dos valores recebidos pelas peças de teatro e pela colaboração em jornais. Pertenceu à Maçonaria e foi Secretário do Grande Oriente Lusitano. Colaborou em várias publicações periódicas e fundou O Portuguez Constitucional. Em 1822 foi eleito deputado destacando-se pelo seu extremismo em especial no conflito com a Rainha D. Carlota Joaquina. Após o golpe da Vilafrancada, em 1823, foi deportado para o sul do Tejo e depois para Cabo Verde onde faleceu.

José Agostinho de Macedo (Beja 1761 - Pedrouços 1831) é o maior escritor da transição do Século XVIII para o XIX, necessitando a sua vasta obra de ser estudada e editada. É constituída por poesia épica e lírica, peças de teatro, oratória sagrada, crítica literária, polémicas literárias e políticas.

Jacinto do Prado Coelho. Dicionário das Literaturas Portuguesa Galega e Brasileira. Porto. 1960. p. 496. 

Inocêncio Francisco da Silva. Memórias para a Vida Íntima de José Agostinho de Macedo. Obra organizada por Teófilo Braga. Lisboa. 1898. pág. 308.

Inocêncio VI, 307-308.

 

Referência: 2011PG013
Local: I-112-E-14


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