RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS. Quadro a óleo pintado sobre madeira.

     
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GONÇÁLVEZ GUIMARÃIS. (A. J.) CANCIONEIRO GERAL DE GARCIA DE RESENDE.

Joias Literárias. Colecção da Imprensa da Universidade de Coímbra. Preparada pelo... lente da Universidade de Coimbra. Nova edição. Imprensa da Universidade. Coímbra. M.DCCCC.X., M.DCCCC.X., M.DCCCC.XIII., M.DCCCC.XV.,M.DCCCC.XVII. [1910, 1910, 1913, 1915, 1917].

5 Tomos de 20,5x13,5 cm. Com [vi], 437, [ii]; [vi], 360; [vi], 398, [i]; [vi], 414; [vi], 442 págs. Encadernação com lombada em pele e ferros a ouro. Cortes das folhas dos Tomos 4 e 5 sarapintados a tinta azul.

Tomo 1 ilustrado sobre papel couché em extratexto com o frontispício da edição princeps do Cancioneiro e com o escudo das armas reais tendo na parte inferior a divisa d"El Rei dom Emmanuel.

Exemplar do Tomo 5 contém uma carta manuscrita entre as páginas 356 e 357. Exemplar do Tomo 1 contém etiqueta de cota de biblioteca na folha de anterrosto. Exemplares dos Tomos 4 e 5 contém etiqueta da Livraria Militar á Porta, no interior da pasta anterior. Todos os exemplares contêm vários sublinhados e anotações, à margem, a lápis de carvão, azul ou vermelho.

Garcia de Resende, (Évora, 1470? - Évora, 1536), poeta e historiógrafo, músico e cantor. Homem do paço e conhecedor dos divertimentos cortesãos, teve ele a iniciativa de organizar, seguindo o exemplo de Hernández del Castillo, o Cancioneiro Geral (1516), que, para se distinguir do que, sob o mesmo título, publicou o seu predecessor (Valência, 1511), é também designado como Cancioneiro de Resende.

Esta é uma vasta compilação de toda a produção poética do tempo, tendo havido por parte de Resende a preocupação da quantidade na recolha. A partir de 1530, fixou residência em Évora para ultimar os seus escritos, leal ao princípio enunciado no prólogo ao Cancioneiro Geral de não continuar a incúria com que os portugueses registam as coisas "dignas de grande memória", votando-as, assim, ao esquecimento.

Nascido do propósito de perpetuar a poesia cultivada nos serões palacianos, as "cousas de folgar e gentylezas", o Cancioneiro Geral, coligido por Garcia de Resende, publicado em Lisboa, em 1516, entroncando na tradição peninsular dos cancioneiros coletivos, oferece um repositório poético muito vasto e literariamente diversificado dando um excelente quadro da época e da mentalidade do tempo.

Referência: 2009SB168
Local: I-190-D-5


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