RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS. Quadro a óleo pintado sobre madeira.

     
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PINTO. (Heitor) IMAGEM DA VIDA CHISTAM,

ORDENADA PER DIALOGOS, COMO MEMbros de sua composiçam. O primeiro he, da verdadeira Philosophia. O segundo, da Religião. O terceiro, da Iustiça. O quarto, da Tribulação. O quinto, da Vida Solitaria. O sexto, da Lembrança da Morte. COMPOSTOS POLO R. P. F. Hector Pinto, da Ordem de S. Hieronymo: & per elle acrescentados nesta vltima impressam. EM LISBOA. Impresso per Antonio Aluarez. A custa de Ioão Despanha mercador de Libros. 1592. Com licença, & Priuilegio Real.   

In 8º de 14x9,5 cm. Com [viii], 244 folhas. Encadernação da época com nervos e ferros a ouro. Apresenta picos de traça e desgaste nas charneiras e na pasta posterior com perda da parte superficial da pele. Cortes das folhas carminados.           

Exemplar com assinaturas de posse, do século XVIII: Sanches e do século XIX: Do Pe João Lopes de [Maras?.]. Com a folha de rosto solta com reforço descolado, picos de traça que afectam o texto nas primeiras 30 folhas e nas folhas 155 a 190, sem impedir a leitura, sujidades e pequenas manchas. 

Além dos seis diálogos anunciados na folha de rosto contém também os seguintes textos do autor: Sumário de um sermão em dia da Ascensão e uma explicação das Armas de Coimbra [do Brazão].  

Edição quinhentista muito rara de uma obra fundamental da filosofia, teologia e literatura portuguesa, da autoria de um dos maiores escritores do século XVI. É uma obra clássica da literatura portuguesa, que faz uma síntese harmoniosa e brilhante entre a mundividência do Cristianismo e a do mundo antigo como era visto no Renascimento.    

7ª edição da 1ª Parte, que foi publicada em Coimbra 1563, Coimbra 1565, Braga 1567, Lisboa 1580, 1585, 1591, e 1603. A segunda Parte foi publicada em Lisboa 1572, 1591, 1592 e 1593.

A obra foi traduzida em latim, espanhol, francês e italiano.

Obra clássica da literatura portuguesa, que faz uma síntese harmoniosa e brilhante entre a mundividência do Cristianismo e a do mundo antigo como era visto no Renascimento.

Frei Heitor Pinto (Covilhã 1528-1584?) é um dos mais importantes autores clássicos da literatura portuguesa da época áurea do século XVI.

Inocêncio III, 175. 

Referência: 1910PG027
Local: M-1-D-38


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