RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS. Quadro a óleo pintado sobre madeira.

     
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BANHA DE ANDRADE. (António Alberto) A REFORMA POMBALINA DOS ESTUDOS SECUNDÁRIO NO BRASIL.

[Por] ... da Junta de Investigações Científicas do Ultramar (Ministério da Educação e Investigação Científica, Lisboa), Prof. da Faculdade de Letras de Lisboa, Sócio Correspondente do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Editora da Universidade de São Paulo. Saraiva S/A - Livreiros Editores.

Exemplar com título de posse na folha de guarda.

Obra de grande interesse para o estudo das reformas educacionais de Pombal no Brasil, descrevendo as coordenadas gerais dos seus planos para implantar um sistema que faria esquecer às populações o método tradicional de dois séculos fomentado pela Companhia de Jesus.

Descreve as principais etapas deste processo em São Paulo, Bahia, Rio de Janeiro, Pernambuco, Iguarassi, Goiana, Paraíba, Alagoas, Maranhão, Pará, Vitória, Goiás, Mato Grosso e Minas Gerais. 

Contém apensos os textos básicos do ensino primário «Breve Instrucçam para ensinar a Doutrina Christãa, ler e escrever aos meninos e, ao mesmo tempo, os princípios da Lingoa Portugueza e sua orthografia, remetida a Lisboa por Pernambuco, em 1759» e «Estatuto que hão de observar os mestres das escolas dos meninos nesta capitania de S. Paulo, enviado em 1768 a Lisboa, pelo Governador e Capitão-General».

A estes seguem-se os textos básicos do ensino secundário: «Alvará Régio, de 28 de Julho de 1759, em que se extinguem todas as Escolas reguladas pelo método dos Jesuítas e se estabelece um novo regime. Director dos Estudos, Professores de Gramática Latina, de Grego e Retórica», «Instrucçoens para os Professores de Grammatica Latina, Grega, Hebraica e de Rethorica (...) Para o uso das Escolas novamente fundadas nestes Reinos, e seus domínios», «Carta Régia de nomeação de D. Tomás de Almeida, em 9 de julho de de 1759, para o lugar de Director Geral dos Estudos», «Memória dos livros aconselháveis e permitidos para o Novo Método», «Alvará de Privilégio concedido a António Félix Mendes, por tempo de 10 anos, para as duas Gramáticas, a sua e a do Pe. António Pereira de Figueiredo, em 21 de julho de 1759», «Edital de D. Tomás de Almeida, de 28 de Julho de 1759, com instruções sobre a Reforma», «Alvará régio, de 11 de janeiro de 1760, de aprovação das providências interinas do Director Geral» e «Pareceres sobre a instituição de um seminário para índios, no Pará, em 7 de Outubro de 1760». 

Referência: 1806DC047
Local: I-9-B-2


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