RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS. Quadro a óleo pintado sobre madeira.

     
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CANTU. (Cesar) HISTORIA UNIVERSAL.

Por … Reformada em conformidade com o estado actual das Sciencias Historicas. Accrescentada até à actualidade. Ampliada na parte relativa a Portugal e ao Brasil por Antonio Ennes. Volume I. [a Volume XX] Editora Empreza Litteraria Fluminense. Lisboa. S. d. [188?]

20 Volumes de 21x15 cm.

Com xii, 516; 647; 535; 446, [ii]; 589, [ii]; 489, [iv]; 553, [iv], 630; [ii]; 600, [ii]; 570, [iv]; 612, [iv]; 567, [i]; 485, [iii]; 460, [iv]; 599, [i]; 460, [iv]; 495, [i]; 575, [i]; 495, [i]; 476, [ii] págs.

Encadernações inteiras de pele com ferros a ouro na lombada. Títulos e numeração dos volumes gravados a ouro em rótulos verdes e castanhos.

Ilustrado em extratexto com frontispício gravado e 134 mapas e gravuras.

Os volumes II a VII dizem na folha de rosto: Accrescentada até ao ano de 1884. Os volumes VIII e IX voltam a repetir os dizeres do Volume I: Accrescentada até à actualidade. Do Volume X ao XX as folhas de rosto passam a dizer: Accrescentada até ao ano de 1879.

Exemplar com pequenas anotações a lápis azul na folha de rosto de alguns exemplares, com uma ficha bibliográfica no primeiro volume e um boletim de contas do Instituto Nuno Álvares relativo ao aluno Nuno Godinho Mourão. 

Síntese da história universal que reflecte o pensamento liberal, a filosofia positivista e a crença no progresso que caracterizavam a mentalidade do autor e do tradutor. Foi obra muito influente na cultura da segunda metade do século XIX e inícios do século XX pela vasta divulgação que conheceu através de numerosas traduções e edições.

César Cantù (Brivio, 1804 – Milão, 1895) foi um político italiano que, depois de participar na revolução de 1848 e na Unificação do Estado Italiano, desempenhou as funções de Superintendente dos Arquivos da Lombardia e fundou a Sociedade Histórica da Lombardia. Durante toda a vida dedicou-se com grande energia à divulgação do passado histórico, sendo autor de numerosas obras, a mais célebre das quais é esta História Universal traduzida acrescentada e anotada por António Ennes.

António José Ennes (Lisboa, 1845 – Queluz, 1901) pertenceu à Maçonaria, foi deputado em várias legislaturas entre 1880 e 1892, Ministro dos Negócios da Marinha e Ultramar em 1890 e 1891, Comissário Régio na Província de Moçambique (nomeações em 1891 e 1894) e Bibliotecário-Mor da Biblioteca Nacional de Lisboa. Dedicou-se ao jornalismo e escreveu numerosas peças de teatro, algumas de carácter fortemente anticlerical. Em 1874 publicou um folheto contra a hipótese de ser restaurada  a pena de morte em Portugal.

Inocêncio XX, 355 e XXII, 261.

 Obs.: Esta obra pesa 17kg. Está sujeita a portes extra.

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Referência: 1710PG008
Local: I-15-G-2


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