RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS. Quadro a óleo pintado sobre madeira.

     
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ARRIANO, (Lúcio Flávio) HISTOIRE DES EXPÉDITIONS D’ALEXANDRE;

RÉDIGÉ SUR LES MÉMOIRES DE PTOLÉMÉE ET D’ ARISTOBULE, SES LIEUTENANS; PAR FLAVE ARRIEN DE NICOMÉDIE, SURNOMMÉ LE NOUVEAU XÉNOPHON, CONSUL ET GÉNERAL ROMAIN, DISCIPLE D’ÉPICTÈTE. TRADUCTION NOUVELLE, PAR P. CHAUSSARD. IMPRIMERIE DE CHARLES POUGENS. PARIS, GENETS, LIBRAIRE, RUE THIONVILLE, Nº 5. AN XI. – 1802.

De 26,2x20,8 cm. com [vi], 196 págs.

Encadernação da época, inteira de pele, com nervos, rótulo azul e ferros a ouro, de gosto neoclássico, na lombada e nas esquinas das pastas.

Ilustrado com doze magníficas gravuras de grande formato representando aspectos dos exércitos gregos, as tácticas por eles usadas, planos das batalhas e um mapa das campanhas de Alexandre.

Volume de complemento à edição em três volumes da tradução de Arriano feita por Chaussard. Inclui, além da minuciosa descrição das mais importantes batalhas, comentários de estudiosos de Arriano e de Alexandre e um estudo sobre as representações da figura de Alexandre em moedas e medalhas.

Extremamente raro, a maioria das colecções não têm este complemento, pois terá sido publicado em menor número de exemplares.  

Chaussard, defendendo um regime que viveu em constantes guerrras com o resto da Europa,  interessou-se especialmente por esta obra devido à sua importância para os estudos de assuntos militares, dado Ariano ser um comandante experimentado e nas suas descrições das campanhas de Alexandre demonstrar o seu profundo conhecimento de táctica.

Lúcio Flávio Arriano (Nicomédia, 86 – Atenas, 175) foi historiador e filósofo de origem grega que chegou a ocupar altos cargos na estrutura de poder do Império Romano, foi também Pro-cônsul da Capadócia, sendo protegido do Imperador Adriano. Escreveu obras em latim e em grego, sendo a mais célebre delas a «Anábase de Alexandre» título que o autor escolheu porque tentou imitar o estilo de Xenofonte.

Pierre-Jean-Baptiste Chaussard (1766- 1823), ardente partidário da revolução francesa, marcou de forma espectacular a sua vontade de destruir o antigo regime, cortando relações com os seus parentes e protectores e mudando o seu nome para Publicola Chaussard, em homenagem a um filho de cônsul romano. Escreveu numerosas obras panfletárias e políticas em defesa da Revolução Francesa e ocupou cargos de governo importantes, como Comissário do Poder Executivo na Bélgica, Secretário da Câmara de Paris, Chefe dos serviços administrativos do «Comité de Salut Public». Ocupou-se de crítica de arte e de vários trabalhos de tradução de autores latinos como Horácio.

Brunet I, 496-498

 

Referência: 1702PG060
Local: M-9-E-31


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