RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS. Quadro a óleo pintado sobre madeira.

     
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MANTERO. (Francisco) A MÃO D’ OBRA EM S. THOMÉ E PRINCIPE.

Editor: o Auctor. Typ. Do Annuario Commercial. Lisboa. 1910.

De 29,5x20,6 cm. com 200, [viii] págs. Brochado precisa de ser encadernado.

Muito ilustrado em extratexto sobre papel couché.

Exemplar com dedicatória manuscrita, no verso da folha de rosto, do autor ao Dr. António Caetano Macieira, júnior, Ministro da Justiça da Republica, datada de 22 de Novembro de 1911.  

Obra de grande qualidade gráfica e com notável riqueza de informações sobre a vida económica e social do arquipélago nos anos finais da Monarquia.

Fonte de extraordinária importância para o estudo da história da colonização portuguesa, que é também parte da história do novo país independente de África.

Trabalho publicado para defender Portugal dos ataques que era alvo, com acusações da existência de trabalho escravo em S. Tomé, que se inseriam na competição das potências europeias para alargarem os seus domínios em África, movimento que se desenvolvia desde cerca de 1875 e que tinha períodos de maior agressividade nos quais a Inglaterra chegou a negociar com a Alemanha a divisão de certos territórios sob administração portuguesa.

Inclui um total de 83 extratextos: 2 cartas geográficas desdobráveis das ilhas de S. Tomé e Príncipe, um delas a cores, a seguir à folha de rosto, 12 mapas estatísticos colocados no fim do volume, com numerosos dados sobre os empregados provenientes de Moçambique, sobre os empregados da Companhia Nacional de Navegação, sobre o movimento marítimo dos portos de S. Tomé e da ilha do Príncipe, dos produtos exportados pela ilhas, mapa das companhias agrícolas de S. Tomé e Príncipe, preços correntes do cacau fino no mercado de Lisboa, mercadorias importadas que deram entrada nas alfândegas de S. Tomé e Príncipe em 1905, preços de venda do cacau fino em Londres e Lisboa entre 1890 e 1909, gráficos a cores da produção e consumo mundial de cacau de 1894 a 1908, propriedades agrícolas existentes nas ilhas (138 em S. Tomé e 19 no Príncipe) e 69 reproduções de fotografias de personalidades influentes ou ligadas ao arquipélago, como o Príncipe Real D. Luís Filipe que visitou as ilhas em 1907, vistas panorâmicas de S Tomé e de Santo António do Príncipe em folhas desdobráveis e numerosas fotografias das instalações e dos trabalhadores das principais roças, Boa Entrada, Água Izé, Porto Real e Gue Gue.

Grand. Enc. Portuguesa e Brasileira Vol. 16, 150: “Francisco Mantero e Velarde, colonialista, publicista e conferencista, nasceu em Lisboa em 1853 e morreu na mesma cidade em 1928. Residiu muitos anos em S. Tomé e Príncipe. Foi cônsul geral de Espanha nesta colónia. Foi o principal fundador das companhias da Ilha do Príncipe e da Sociedade de Agricultura Colonial (S. Tomé e Príncipe); da Companhia de Cabinda e do Cazengo (Angola); da Companhia de Timor; da Companhia dos «Prazos» de Lujela (Moçambique), Fundador da Roça Porto Real, na Ilha do Príncipe; presidente de honra da Câmara de Comércio Espanhola em Portugal, diploma de membro da Associação dos Homens de Letras de Espanha, presidente de honra do Centro Colonial, Sócio fundador da Sociedade de Geografia de Lisboa, etc. Deixou muitos trabalhos de economia colonial e outros assuntos em artigos de jornais e revistas. Esta obra, A Mão de Obra em S. Tomé e Príncipe, foi traduzida em espanhol, francês e inglês”. Fontes genealógicas ligadas à família Belard, contradizem esta entrada e citam-no como nascido em Cádiz.

Referência: 1701PG020
Local: M-12-E-1


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