RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS. Quadro a óleo pintado sobre madeira.

     
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LANGLÈS, (M.) NOTE SUR LES MONNAIES DE CRIMÉE.

Par M. LANGLÈS, Membre de l’Institut, Conservateur des Manuscrits Orientaux de la Bibliothèque impériale, Administrateur de l’École spéciale des Langues Orientales, Professeur des Langues Persane, Malaise, &c. [Vinheta Imperial Napoleónica]. A PARIS, DE L’IMPRIMERIE IMPÈRIALE. Avril 1806.

In 8º. 20x13 cm. Com 15 págs.

Encadernação artística da época inteira de pele mosqueada, cansada, com rótulo vermelho e finos ferros a ouro rolados nas pastas e na lombada.

Ilustrado com uma gravura desdobrável com a representação de cinco moedas da Crimeia (verso e anverso das mesmas), desenhada e gravada a água-forte por P. Tardieu filho e finalizada por P. F. Tardieu. Com notação «Pl. I. Voyage en Crimée, Page 215».

Texto com passagens das legendas das moedas impressas em árabe.

Importante nota contextual antecede o texto: “Esta Nota sobre as moedas que foram trazidas da Crimeia por M.J. Reuilly foi extraída da obra sobre viagens na Crimeia. Como estas moedas eram desconhecidas em França, M.J. Reuilly prestou homenagem à rica e valiosa coleção de Sua Majestade Imperial e Real [Napoleão Bonaparte] depositando-as em sua biblioteca. J.J.M.”

Em cólofon: “Impresso com o patrocínio de J.J. Marcel, Diretor-Geral da Imprensa Imperial, membro da Legião de Honra».”

Louis-Mathieu Langlès (1763-1824) académico francês, filólogo, linguista, tradutor, autor, bibliotecário e orientalista, foi conservador dos manuscritos orientais na Biblioteca Nacional de França, ocupando mais tarde o mesmo cargo na renomeada Bibliothèque du Roi após a queda do Império. Junto com Antoine Léonard de Chézy (1773-1832), Jean-François Champollion (1790-1832) e Jean-Pierre Abel-Rémusat (1788-1832), Langlès foi aluno e protegido de Silvestre de Sacy (1758-1838), tornando-se o primeiro professor de egiptologia.

Em 1795, Langlès foi o director e fundador da École des Langues Orientales Vivantes em Paris, operando hoje sob o nome de Institut National des Langues et Civilisations Orientales (INALCO). Langlès era o especialista sobre a Índia na Bibliothèque Nationale de France, no momento em que os manuscritos indianos começaram a ser inventariados, afirmando-se a BNF como um centro de estudos indianos.

 In 8º. 20x13 cm with 15 pps. Artistic contemporary full mottled calf, slightly worn, with red label on spine, guilt tooled on spine and covers. Illustrated with a folded print depicting 5 coins from Crimea (heads and tails). Designed and aquatint engraved by P. Tardieu son and finished by P.F. Tardieu. Notation «Pl. I. Voyage en Crimée, Page 215».

Text with extracts of the captions of the coins printed in Arabian.

There is an important Note before the text: “This Note about the coins that were brought from Crimea by M.J. Reuilly was extracted from the book about Crimea travelling. Since these coins were unknown in France, M.J. paid homage to the rich and valuable collection of His Imperial and Royal Majesty [Napoleon Bonaparte] including them in His library. J.J.M. In colophon: 'Printed with the sponsorship of J.J. Marcel, General Director of the Imperial Press, and Member of the Legion of Honour ».”

Louis-Mathieu Langlès (1763-1824) was a French academic, philologist, linguist, translator, author, librarian and orientalist. He was the curator of the oriental manuscripts at the Bibliothèque Nationale in Napoleonic France, and held the same position at the renamed Bibliothèque du Roi after the fall of the Empire. Along with Antoine Léonard de Chézy (1773–1832), Jean-François Champollion (1790–1832) and Jean-Pierre Abel-Rémusat (1788–1832), Langlès was a pupil and protégé of Silvestre de Sacy (1758–1838), becoming the first Egyptology Professor. In 1795, Langlès became the founder and director the École des Langues Orientales Vivantes in Paris, which is still operating under the revised name of Institut National des Langues et Civilisations Orientales (INALCO). Langlès was the specialist on India at the Bibliothèque Nationale of France at the time the Indian manuscripts began to be registered, becoming the BNF the centre for Indian studies.

Referência: 1510JC013
Local: M-4-D-45


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