RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS. Quadro a óleo pintado sobre madeira.

     
 
   

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NIEBUHR. (Carsten) BESCHRYVING VAN ARABIE,

uit eigene waarnemingen en in ‘t land zelf verzamelde narigten OPGESTELD door CARSTEN NIEBUHR. Uit het hoogduits vertaad, en Vermeerderd met een volledig register van ‘t geheele werk. [Vinheta decorativa]. Te AMSTERDAM by S. J. BAALDE, Te UTRECHT by J. van SCHOONHOVEN & Comp. M D C C L X X I V [1774].

Seguido de: VRAGEN AAN EEN GEZELSCHAP VAN GELEERDE MANNEN, Die op BEVEL zyner MAJESTEIT des KONINGS VAN DEENMARKEN naar ARABIE REIZEN. Voorgesteld door den Hooggeleerden en Wydberoemden heer JOHANN DAVID MICHAËLIS.  [...] Te AMSTERDAM by S. J. BAALDE, Te UTRECHT by J. van SCHOONHOVEN & Comp. M D C C L X X I V [1774].

2 volumes encadernados em 1 volume.

In 4º (26x21,5 cm) com: xxxxi, 408, [14] + xlvi, 270, [1] págs

Encadernação da época inteira de pele, com ferros a ouro na lombada, apresentando pequenos danos.

Ilustrado com folha de rosto gravado e 25 estampas numeradas I-XXIV [XXV], com 7 gravuras desdobráveis incluindo uma que mostra exercícios militares, 2 gravuras com inscrições em árabe e 4 mapas. O mapa não numerado do Iêmen (dimensão de 58,5 x 39 cm) é colorido à mão nas linhas gerais.

Primeira e única edição da tradução holandesa por Jac. van Ekers de uma descrição da Arábia Saudita, Egipto e Médio Oriente e o relato de uma viagem pela Arábia e regiões vizinhas.

As duas obras foram originalmente escritas pelo viajante dinamarquês e topógrafo Carsten Niebuhr (1733-1815) e publicado em alemão, em Copenhaga em 1772 sob os títulos "Beschreibung von Arabien" e "Reisenbeschreibung nach Arabien und andern umliegenden Länder". As duas obras foram também traduzidas para francês e inglês.

Em 1760 Niebuhr foi convidado a participar numa expedição científica ao Egipto. Os outros membros da expedição eram Friedrich Christian von Haven (linguista e orientalista dinamarquês), Christian Carl Kramer (médico e zoólogo dinamarquês), Georg Baurenfeind (artista do sul da Alemanha), Berggren (ex-soldado sueco) e Pehr Forrskal (botânico sueco).

Em Janeiro de 1761, a expedição partiu de Copenhaga, Dinamarca, para Alexandria, no Egipto. Os membros da expedição passaram um ano no Egito, visitaram o Suez e o Monte Sinai. Saíram do Suez em Outubro 1762 e navegaram para o Iêmen. Em Maio de 1763 chegaram a Mocha, onde Von Haven e Forrskal morreram de malária. Em Agosto de 1763 Baurenfeind e Berggren morreram, seguidos por Kramer em Fevereiro de 1764. Niebuhr foi o único a concluir a expedição.

Em 1764 explorou a Índia, atravessou o mar de Bombaim até Muscat, dirigindo-se depois para Shiraz, Babilónia, Bagdad, Mossul e Alepo. Passou algum tempo em Persépolis (actualmente no Irão) em 1765, onde fez desenhos e mapas muito detalhados, que foram utilizados durante mais de cem anos.

Em 1766 explorou a Palestina, regressando finalmente a Copenhaga em 1767, depois de uma viagem de sete anos. Quando chegou, o governo sueco recebeu-o calorosamente e pagou os custos das placas das gravuras para ilustrar o seu relato da viagem.

Breve descrição das gravuras:

I – Copos, garrafas, taças, fornos e casas árabes no capítulo referente às bebidas árabes, nomeadamente o chá e o café.

II – Modelos de sapatos árabes de vários formatos e origens.

III – Vestuário dos Banianes de Mochka.

IV até XIV – Inscrições e numismática Árabes.

XV – Gravura com trabalhos agrícolas árabes de irrigação.

Pág. 184 – Quadro desdobrável com a genealogia dos governantes do Iémen.

XVI – Gravura desdobrável com panorama de manobras militares árabes a cavalo, ditas laâb el-kheilfantasia”, “jogo dos cavalos” ou “jogo da pólvora”, no Iémen.

XVII – Mapa do Golfo de Keshin.

XVIII – Mapa de Oman.

XIX – Mapa do Golfo Pérsico, de Bassorá até Ormuz.

XX – Mapa (cartográfico) do Mar Vermelho do Suez até à Somália.

XXI – Vista arquitectónica da Grande Mesquita de Meca.

XXII - Vista arquitectónica da Grande Mesquita de Medina.

XXIII – Mapa do Suez, incluindo o Monte Sinai e Ákaba.

XXIV – Plano da parte setentrional do istmo junto ao Suez.

Mapa não numerado (junto à página 408): cartografia do Iémen, do Deserto de Amasia até ao Estreito de Bab El Mandeb e ao Adén.

Brunet, Tome IV, págs. 74/75 refere as diversas edições publicadas.

 DESCRIPTION OF ARABIA. Illustrated with engraved title-page and 25 engraved plates numbered I-XXIV, [XXV], including 7 folding showing 1 view of military exercises, 2 Arabic inscriptions and 4 maps. The unnumbered map of Yemen (plate size 58.5 x 39 cm) is coloured by hand in outline. The full-page plates include maps, topographic views, costumes, coins, Arabic inscriptions, etc. Among the maps: (Tab. XVII) Port of Keschin; (Tab. XVIII) Map of Oman with Muscat and Doba; (Tab. XIX) Map of the Persic Gulf; (Pp. 338-339) Map of the Red Sea; (Tab. XXIII) Map of Suez and Sinai; (Pp. 408-409) Map of Yemen.

First and only editions of the Dutch translation by Jac. van Ekers of a description of Arabia, Egypt and the Middle East (ad 1) and an account of a voyage to Arabia and surrounding countries (ad 2). Both works were originally written by the Danish traveler and surveyor Carsten Niebuhr (1733-1815) and published in German, in Copenhagen in 1772 under the titles: Beschreibung von Arabien, and Reisenbeschreibung nach Arabien und andern umliegenden Lander. Both works were also translated into French and English.

In 1760 Niebuhr was invited to join a scientific expedition to Egypt. Other members of the expedition were Friedrich Christian von Haven (a Danish linguist and orientalist), Christian Carl Kramer (a Danish physician and zoologist), Georg Baurenfeind (an artist from southern Germany), Berggren (a Swedish ex-soldier) and Pehr Forrskal (a Swedish botanist).

In January 1761, the expedition sailed from Copenhagen, Denmark to Alexandria, Egypt. The members of the expedition spent a year in Egypt, visiting Suez and Mount Sinai. They left Suez in October 1762 and sailed to Yemen. In May 1763 they reached Mocha where Von Haven and Forrskal died from malaria. In August 1763 Baurenfeind and Berggren died, followed by Kramer in February 1764. Niebuhr was the only one left to continue the expedition.

In 1764, he explored India, sailing from Bombay to Muscat, as well as Shiraz, Babylon, Baghdad, Mosul, and Aleppo. He spent some time in Persepolis in 1765 where he has made very detailed drawings and maps, which were used for more than a hundred years.

In 1766, he explored Palestine before finally returning to Copenhagen on 20 November 1767, after a journey of seven years. When he returned to Copenhagen, the Swedish government warmly welcomed him and paid the costs of engraving the plates to illustrate his accounts of the voyage. Both works are lavishly illustrated, having together 2 large maps of Yemen and 148 beautifully engraved maps, plans and views of all the regions Niebuhr visited.

 

 

 

Referência: 1404JC005
Local: sdc-V2


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