RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS. Quadro a óleo pintado sobre madeira.

     
 
   

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COSTA SEQUEIRA. (José da) NOÇÕES THEORICAS DE ARCHITECTURA CIVIL,

seguidas de um breve tractado das cinco ordens de J. B. de Vignola. Traduzidas e compiladas pelo Professor Substituto da Aula de Desenho de Architectura Civil da Academia de Bellas Artes de Lisboa, e offerecidas aos Discipulos da mesma Aula. Lisboa, Typographia de José Baptista Morando, 1858.

Junto com: BREVE TRACTADO DAS CINCO ORDENS DE ARCHITECTURA de Jacomo Barrozio de Vinhola, Adornado com estampas methodicamente desenhadas, e apropriadas ao estudo das pessoas que de dedicam á referida arte. Traduzido e compilado pelo Professor Substituto da Aula de Architectura Civil da Academia das Bellas Artes de Lisboa, J. C. Sequeira, e offerecido aos alumnos da mesma academia. Lisboa, Typographia de José Baptista Morando, 1858.

2 obras encadernadas em 1 volume de 23x17 cm. Com 28 págs. Encadernação recente com lombada em pele gravada mcom fedrros a ouro.

Ilustrado com 14 belas estampas desdobráveis desenhadas pelo autor e gravadas por J. J. dos Santos e F. J. Ribeiro.

Inocêncio IV, 298 e XII, 287: “José da Costa Sequeira Nasceu, na freguesia de Nossa Senhora da Ajuda, em Belém, em 1800. Filho de Pedro Victor da Costa Teixeira e de D. Mariana Rosa das Dominações. Seu pai fora alferes do regimento de infantaria n.º 1, fizera parte da Legião Portuguesa, e morreu na famigerada retirada da Rússia em 1811. José da Costa não tinha o apelido Sequeira. Começou a usa-lo com licença de seu tio materno, o celebre pintor Domingos António de Sequeira.

Estudou na casa do risco, no real Palácio da Ajuda, desde 1818 até 1821, em que o promoveram a ajudante arquitecto supranumerário, lugar que desempenhou sob a direcção dos arquitectos Fabri e Rosa, até 1824, em que o despacharam para as obras públicas. Desde essa época entrou em comissões diversas, e foi incumbido de obras de muita importância, como em Cascais, Sesimbra e Runa; do plano da igreja da Senhora da Rocha, em Linda a Pastora, de 1828 a 1832; da direcção dos trabalhos do jardim de S. Pedro de Alcântara, em 1836; da construção do quartel para o antigo batalhão naval, em 1845; da construção do edifício para o real observatório astronómico de Lisboa, do plano para a conclusão do real paço da Ajuda, do jazigo real de S. Vicente de Fora, etc.

Um dos fundadores e primeiro secretário da associação dos arquitectos civis portugueses, secretário da academia de Belas Artes de Lisboa; sócio correspondente da Academia de Belas Artes do Rio de Janeiro e de outras sociedades estrangeiras; cavaleiro da ordem de S. Tiago, do mérito científico, literário e artístico.

Era homem de estudo e de muita aplicação, e por isso respeitado na sua classe. Silvestre Pinheiro Ferreira convidara-o para a direcção da secção artística da Encyclopedia Portugueza, e o visconde de Castilho pediu-lhe para escrever uma nota para a tradução dos Fastos. Colaborou no Arquivo da Associação dos Arquitectos. Morreu na sua casa de Lisboa em 1872.

Referência: 1208JC040
Local: I-21-E-8


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