RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS. Quadro a óleo pintado sobre madeira.

     
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SAMPAIO BRUNO. (José Pereira de) NOTAS DO EXILIO. 1891-1893.

Livraria Internacional de Ernesto Chardron. [Impresso na Typ. de António José da Silva Teixeira]. Casa Editora Lugan & Genelioux, Sucessores. Porto. 1893.

De 18x12 cm. Com [xiv]-347 págs.

Encadernação do editor em percalina verde.

Obra com memórias e recensão crítica de vários autores do século XIX.

Bruno ou Sampaio Bruno (1857-1915) foi escritor, ensaísta e filósofo portuense. Figura cimeira do pensamento português do seu tempo, Sampaio Bruno integrou o directório do Partido Republicano Português e fundou vários semanários portuenses. Com Antero de Quental e Basílio Teles elaborou os estatutos da Liga Patriótica do Norte no seguimento do Ultimato Britânico de 1890.

Participou na malograda revolta republicana de 31 de Janeiro de 1891, de cujo manifesto foi redactor e exilando-se depois em Paris com João Chagas. A depressão que o afectou no exílio contribuiu para encaminhar a sua pesquisa no sentido do misticismo e do esoterismo, mergulhando na literatura gnóstica de inspiração judaica, na cabala e na ideologia maçónica.

No regresso a Portugal em 1893 publicou então as Notas do Exílio. Em 1898 publicou o Brasil Mental, em que desenvolveu a sua crítica ao positivismo comteano iniciada vinte anos antes. Em 1909 foi nomeado director da Biblioteca Pública Municipal do Porto mantendo o cargo após a proclamação da República até à sua morte em 1915. O seu pensamento filosófico de crescentes contornos místicos e esotéricos influenciou Fernando Pessoa.

Referência: 1010JC307
Local: I-18-F-15


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