RUGENDAS. (Johann Moritz) HABITANTE DE GOYAS. Quadro a óleo pintado sobre madeira.

     
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HENRIQUES. (Júlio A.) AGRICULTURA COLONIAL.

[Por…] Lente da Universidade de Coimbra e Director do Jardim Botanico. Separata da Revista Portugueza Colonial e Maritima. Livraria Ferin. Lisboa. S. d. [Entre 1901 e 1907]

De 24x16 cm. Com 380, [iv] págs. 

Encadernação da época em tela com rótulos na lombada. Ilustrado no texto.

Exemplar com dedicatória manuscrita ao engenheiro Saraiva Vieira. 

Trabalho de divulgação científica, raro, enquadrado nos esforços de colonização dos territórios africanos sob domínio português na fase de desenvolvimento económico de início do Século XX, posterior ao Ultimato Britânico. 

A obra aborda (além das considerações gerais sobre o clima, a terra e as plantas): os frutos, os tubérculos, as oleaginosas, as plantas medicinais, as plantas de especiarias, as plantas tinctoriais, as plantas aromáticas, as plantas taninosas, as plantas productivas de materiais textéis, as plantas productivas de madeira, as plantas narcóticas, as plantas das borrachas, as plantas da gutta-percha, as plantas forraginosas, os bambus, os sabonetes ou saboeiros, o tabaco, a baunilha, e muitas outras plantas.

Júlio Augusto Henriques (Arco de Baúlhe, Cabeceiras de Basto, Braga 1838 – Coimbra 1928) Professor da Universidade de Coimbra, a partir de 1873 passa a reger a cadeira de botânica e agricultura e assume a direcção do Jardim Botânico, inicia a publicação de uma revista científica «Boletim da Sociedade Broteriana» tornando-se o mais importante botânico português do Século XIX e XX.

Referência: 0904NM146
Local: I-19-E-22


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