RUGENDAS. (Maurice) HABITANTE DE GOYAS. Quadro a óleo pintado sobre madeira.

 
 

 
   

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CRULS. (Gastão) HILÉIA AMAZÔNICA.

Companhia Editora Nacional. Rio de Janeiro S. Paulo. 1944.

De 49x34,7 cm. Com xxiv, 267, [iii] págs. Encadernação com lombada e cantos em pele com nervos e ferros a ouro. Preserva as capas e a lombada da brochura.

Ilustrado com 48 gravuras coloridas, coladas sobre extratextos, segundo aquarelas originais de Hilda Velloso, Armando Pacheco e Georges Julien Simonet. Capa, capitulares, títulos e culs de lamp de Luís Jardim. Composto e impresso nas Oficinas da Imprensa Nacional do Rio de Janeiro. Contém notações musicais de cantos e pássaros da Amazónia.

Exemplar D, de uma tiragem muito restrita de 5 exemplares marcados de A a E, impressos sobre papel especial Regent Ledger e assinados pelo autor.

As páginas preliminares contêm justificação da edição, dedicatória impressa a Rodrigo M. F. de Andrade, sumário dos capítulos, índice das ilustrações e o prefácio do autor datado de 1942.

Raríssimo exemplar da 1ª edição desta magnífica obra em grande formato sobre a Floresta da Amazónia, que foi um tema recorrente na obra deste escritor brasileiro.

O autor no prefácio afirma: «Não deixará de causar certa estranheza que num só e único tomo se compendiem assuntos tão diversos, ainda que nesse conjunto, ou melhor, variegado mostruário de curiosidades amazônicas, esteja, talvez, a sua principal originalidade». Efectivamente até a esta época só existiam abordagens parcelares, sendo esta obra a primeira a dar uma visão de conjunto da Floresta da Amazónia.

Hileia, palavra de origem grega que designa floresta, foi a denominação dada por Alexander von Humboldt (1769-1859) à floresta amazônica. Livro dividido em quatro partes: a primeira, flora, trata da vitória-régia, do guaraná, das palmeiras e das orquídeas; a segunda, fauna, aborda as aves, os peixes e as borboletas; a terceira, arqueologia, cuida da cerâmica marajoara e de outras civilizações; a quarta, etnologia indígena, trata das habitações, da mandioca, do curare, dos adornos e da arte plumária. Gastão Cruls é autor de outra obra na Coleção Brasiliana.

Gastão Cruls (Rio de Janeiro 1888 - 1959) escritor brasileiro, formado em medicina. Depois de uma viagem à Europa e a partir de 1926 dedicou-se a tempo inteiro à literatura. De 1931 a 1938 dirigiu a revista Boletim de Ariel, da editora Ariel. A sua obra mais conhecida é o romance, de 1925, A Amazónia Misteriosa, que é um dos marcos da ficção científica brasileira e foi adaptado para banda desenhada e para o cinema.

 

Referência: 1902PG034
Local: SACO MARÇO


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